Infecções fúngicas têm sido relatadas com maior frequência nas últimas décadas, e são descritas como oportunistas ou primárias.
Várias amostras clínicas são indicadas para pesquisa e cultura para fungos, entre elas destacamos: raspado de lesões de pele, pelos, unhas, raspado de couro cabeludo, urina, amostras do trato respiratório, biópsia (tecido e órgãos), medula óssea, raspado de mucosa, secreção de nasofaringe, fezes, raspado de córnea, secreções oculares, otológicas, cateteres, secreção vaginal, cervical, entre outras.
Para estabelecer ou confirmar um diagnóstico, é fundamental que o clínico forneça ao laboratório amostras adequadas para a avaliação.
A cultura para fungos será considerada positiva, quando ocorrer o desenvolvimento de fungos filamentosos ou leveduras em ágar específico semeados de acordo com a região de coleta. Já a ausência de crescimento após tempo de incubação estabelecido, equivale a um resultado negativo.