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CoberturaANS

ADA - ADENOSINA DEAMINASE ADA

CBHPM: 40309010 CID10: A15, B17, K70, B18, K74, C22, B27, D86

Especialidade: Pneumologia, Hepatologia, Infectologia

ADA - ADENOSINA DEAMINASE ADA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

2 dias úteis

Realização

Segunda, quarta e sexta-feira

Volume Mínimo

0,55 mL

Método

COLORIMÉTRICO

Instruções

Instruções de Preparo

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

Instruções de Coleta

Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Amostra alternativa = Plasma: Tubo com Heparina (verde). Plasma: Realizar coleta utilizando o tubo com o anticoagulante correspondente ao exame, homogeneizar, centrifugar a amostra, separar o plasma em tubo transporte de material e acondicionar conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 21/05/2026.

Interpretação

Interpretação

A ADA é uma enzima que catalisa a reação de desaminação da adenosina para inosina. A enzima é distribuída amplamente em tecidos humanos, especialmente nos linfócitos T. A atividade de ADA elevado no soro foi observada em pacientes com hepatites agudas, fibroses hepáticas alcoólicas, hepatites ativas crônicas, cirrose do fígado, hepatites viral e hepatoma. A atividade de ADA aumentada também foi observada em pacientes com efusões tuberculosas. A determinação da atividade de ADA em soro de paciente pode acrescentar valores sem igual ao diagnóstico de doenças do fígado em combinação com os testes de ALT ou GGT. O ensaio de ADA também pode ser útil nos diagnósticos de tuberculose e neurotuberculose.

Doenças Relacionadas

Tuberculose, Hepatites agudas, Fibroses hepáticas alcoólicas, Hepatites ativas crônicas, Cirrose do fígado, Hepatites viral, Hepatoma, Mononucleose Infecciosa, Sarcoidose Crônica ativa

Outras informações

Links úteis

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