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CoberturaANS

ALUMI - ALUMÍNIO URINÁRIO INÍCIO DE JORNADA DE TRABALHO

CBHPM: 40313190 CID10: G72, D50, N18, G93, N25

Especialidade: Nefrologia, Toxicologia ocupacional, Neurologia

ALUMI - ALUMÍNIO URINÁRIO INÍCIO DE JORNADA DE TRABALHO

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretação

Produção do Exame

Material

URINA INÍCIO DA JORNADA DE TRABALHO

Meio(s) de Coleta

Tubo cônico ou tubo transporte.

Prazo

3 dias úteis

Realização

Segunda a sexta-feira

Volume Mínimo

5 mL

Método

ESPECTROMETRIA DE MASSAS COM PLASMA INDUTIVAMENTE ACOPLADO - ICP/MS

Instruções

Instruções de Preparo

Medicação: Medicamentos que apresentem alumínio em sua composição devem ser evitados. Enviar amostra única para a realização deste exame.

Instruções de Coleta

Coleta ALUMI: Coletar em frasco apropriado a amostra no início do primeiro dia da semana da jornada de trabalho, ou antes do período de exposição. Manter a amostra refrigerada desde o momento da coleta. Manipular o mínimo possível a amostra. Caso sejam solicitados outros exames para o mesmo paciente coletar um frasco específico para alumínio e outros tubos para os demais exames. Exame indisponível para compartilhamento de amostras.

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 5 dias refrigerada de 2°C a 8°C.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 09/10/2020.

Interpretação

Interpretação

O alumínio é o metal mais abundante e o terceiro elemento mais abundante depois do oxigênio e do silício. É um metal leve, prateado, empregado na produção de ligas de cobre, zinco, na purificação de água e açúcar, em cosméticos, em refratários, vidros, abrasivos, tintas, fundição, barcos, fiação elétrica, entre outros. Os mecanismos que protegem contra o acúmulo de alumínio (excreção renal e barreira gastrointestinal) estão ausentes nos pacientes submetidos à diálise ou são altamente exigidos pela ingestão de doses farmacológicas de sais de alumínio com a finalidade de quelar o fósforo enteral. As consequências clínicas da intoxicação por alumínio nos pacientes submetidos à diálise incluem síndrome neurológica, doença óssea induzida por alumínio, miopatia e anemia. Acompanhar regularmente os níveis séricos de alumínio são recomendações que limitam a ocorrência da toxicidade pelo alumínio nos pacientes submetidos à diálise.

Doenças Relacionadas

Miopatia, Anemia, Insuficência renal, Encefalopatia dialítica, Osteodistrofia

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