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CoberturaANS

CAXUM - CAXUMBA - ANTICORPOS IGM

Sinônimos: SOROLOGIA PARA PARAMIXOVIRUS

CBHPM: 40306607 CID10: B26

Especialidade: Imunologia, Infectologia

CAXUM - CAXUMBA - ANTICORPOS IGM

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

2 dias úteis

Realização

Terça, quinta e sábado

Volume Mínimo

0,55 mL

Método

QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções

Instruções de Preparo

Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Instruções de Coleta

Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 10/06/2020.

Interpretação

Interpretação

A Caxumba é uma doença viral causada por um membro da família paramixovírus e é transmitida por gotículas respiratórias. Tem um período de incubação de 14 a 25 dias, após os quais ocorrem os sintomas prodrómicos que duram entre três a cinco dias. A situação mais comum é a parotidite, que ocorre em 30-40% dos doentes. Outros locais de infecção referidos são os testículos, pâncreas, olhos, ovários, sistema nervoso central, articulações e rins. Considera-se que um paciente é contagioso cerca de três dias antes do início dos sintomas e até quatro dias após o início da parotidite ativa. As infecções podem ser assintomáticas em cerca de 20% das pessoas. Antes da existência da vacina, cerca de 50% das crianças contraíam Caxumba, mas os programas de vacinação (que fazem parte da vacinação contra o sarampo, caxumba e rubéola [MMR]) tiveram um efeito acentuado na incidência da doença e nas complicações a ela associadas. Quando a Caxumba era uma doença infantil comum, o diagnóstico era estabelecido sobretudo com bases clínicas. Com a diminuição da incidência, muitos médicos já não reconhecem prontamente os sintomas. Além disso, os sinais e sintomas clínicos típicos podem não se manifestar em indivíduos sub-imunizados ou imunocomprometidos. Sabe-se agora que a parotidite, a característica distintiva do diagnóstico clínico, também está presente em outras doenças e condições virais e não-virais. Os sintomas como os da caxumba presentes em crianças com doença aguda, que receberam anteriormente a vacina MMR, têm sido associados com o vírus de Epstein-Barr, vírus da parainfluenza humana (VPIH), adenovírus e vírus do herpes humano tipo 6. No entanto, atualmente, é mais importante a confirmação laboratorial da infecção pelo vírus da Caxumba para o estabelecimento do diagnóstico.

Doenças Relacionadas

Caxumba, Parotidite, Orquite

Outras informações

Links úteis

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