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CoberturaANS

CHAHA - CHAGAS - HEMAGLUTINAÇÃO

CBHPM: 40307964 CID10: B57, B57.1, B57.3

Especialidade: Infectologia, Cardiologia

CHAHA - CHAGAS - HEMAGLUTINAÇÃO

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

3 dias úteis

Realização

Terça, quinta e sexta-feira

Volume Mínimo

2 mL

Método

HEMAGLUTINAÇÃO

Instruções

Instruções de Preparo

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

Instruções de Coleta

Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 4 dias refrigerada de 2 a 8 °C.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia e amostras com hemólise grau I.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 04/09/2020.

Interpretação

Interpretação

A doença de Chagas ou Tripanossomiase Americana é uma infecção endêmica, de evolução essencialmente crônica, causada por um protozoário, o Trypanosoma cruzi, e transmitida ao homem por um inseto, o triatomíneo. Imunologicamente 3 estágios podem ser considerados: agudo, latente ou indeterminado e crônico. Na fase aguda, verificam-se febre, miocardiopatia, linfoadenopatia, hepatoesplenomegalia e parasitemia. A multiplicação intracelular dos parasitas nos músculos lisos e estriados e células do sistema retículo endotelial acarreta a formação de pseudocistos. Na fase intermediária ou latente não há sintomas. A doença pode evoluir para a fase crônica com sinais de miocardiopatia, degeneração das células ganglionares do sistema nervoso central e periférico, hipertrofia e dilatação de certos órgãos, tais como esôfago e cólon, constituindo os mega. Pelos altos índices de prevalência e morbidade, ela se tornou um dos maiores problemas de saúde pública em toda a América Latina. Como a minoria dos indivíduos com sorologia positiva para T. cruzi desenvolve evidências clínicas da doença crônica, as informações prestadas pelo laboratório clínico tornam-se decisivas no diagnóstico etiológico. Os métodos mais utilizados para diagnóstido da doença são as reações de hemaglutinação indireta (HAI), as reações de imunofluorescência indireta (IFI) e os imunoenzimáticos (ELISA).

Doenças Relacionadas

Doença de Chagas, Doença de Chagas Cardíaca, Doença de Chagas Digestiva, Doença de Chagas Associada

Outras informações

Links úteis

CONSENSOS BRASILEIROS EM DOENÇA DE CHAGASII Consenso Brasileiro em Doença de ChagasMANUAL PARA DIAGNÓSTICO EM DOENÇA DE CHAGASPRÉ-ANALÍTICAS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS: INFORMAÇÕES IMPORTANTES

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