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CoberturaANS

CITES3 - CITOLOGIA DE ESCARRO - 3ª AMOSTRA

CBHPM: 40309045 CID10: A15, J45, J15

Especialidade: Pneumologia, Infectologia, Alergologia

CITES3 - CITOLOGIA DE ESCARRO - 3ª AMOSTRA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretação

Produção do Exame

Material

ESCARRO 3ª AMOSTRA

Meio(s) de Coleta

Lâmina ou frasco estéril

Prazo

1 dia útil

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

1 Lâmina ou 2 mL de escarro

Método

MICROSCOPIA - COLORAÇÃO DE MAY-GRUNWALD E GIEMSA

Instruções

Instruções de Coleta

Coleta CITES: A coleta de escarro deve ser realizada preferencialmente de manhã antes do desjejum. Lavar várias vezes a boca com água pura, gargarejando e bochechando abundantemente. Fazer várias inspirações profundas e tossir várias vezes procurando obter o material do fundo do peito. É muito importante que o escarro não seja confundido com saliva ou com material do nariz. Lâmina: Identificar a Lâmina com as iniciais do paciente, realizar a distensão do escarro; deixar secar em temperatura ambiente e fixar o esfregaço por aquecimento (chama).

Instruções de Distribuição

Transporte CITES: Lâmina: Transportar em temperatura ambiente. Escarro: Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

Estabilidade CITES: Lâmina: A amostra é estável por até 7 dias em temperatura ambiente. Escarro: A amostra é estável por 48 horas refrigerada de 2 a 8°C.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 12/11/2020.

Interpretação

Interpretação

A citologia do escarro, embora não seja o único exame de diagnóstico, é uma análise inicial de valor na investigação de processos patológicos pulmonares. A presença de numerosos neutrófilos no escarro indica processo infeccioso bacteriano. Os linfócitos são células que predominam nos casos iniciais de tuberculose, já os monócitos se elevam em casos de infecções crônicas. A tuberculose pleural caracteristicamente cursa com poucas células mesoteliais. Eosinófilos são encontrados em números elevados no escarro de pacientes com asma bronquíca, mas a sua presença não é patognomônica de asma. O predomínio de eosinófilos ocorre entre outras causas, nas neoplasias, no derrame induzido por drogas, nas parasitoses, na exposição ao asbesto, quando há sangue ou ar no espaço pleural e na pneumonia eosinofílica. O escarro de indivíduos saudáveis é caracterizado por uma predominância de macrófagos e neutrófilos, mas com escassez de eosinófilos e linfócitos.

Doenças Relacionadas

Tuberculose, Asma brônquica, Pnemonia

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