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CoberturaANS

CRE - CREATININA

CBHPM: 40301630 CID10: N07, I15, N11, E11, E05, E22, N00, I50, N18

Especialidade: Nefrologia, Endocrinologia

CRE - CREATININA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

1 dia útil

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

0,55 mL

Método

COLORIMÉTRICO

Instruções

Instruções de Preparo

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas. Medicação: Devem ser suspensos medicamentos (à critério médico) a base de ácido ascórbico, cefoxitina, cefalotina, frutose, glicose, levodopa, metildopa, nitrofurantoína e piruvato.

Instruções de Coleta

Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 05/06/2020.

Interpretação

Interpretação

A creatinina é um produto metabólico da creatina e fosfocreatina, que se encontram ambos quase exclusivamente nos músculos. Por conseguinte, a produção de creatinina é proporcional à massa muscular e varia pouco de dia para dia. As medições de creatinina são usadas no diagnóstico e tratamento de doenças renais e revelam-se úteis na avaliação da função glomerular dos rins e na monitorização da diálise renal. Todavia, o nível de soro não é sensível a lesões renais prematuras e reponde mais lentamente que a uréia à hemodiálise durante o tratamento da disfunção renal. Tanto a creatinina do soro como a ureia são utilizados para diferenciarem a azotemia (obstrutiva) pré-renal e pós-renal. Um aumento de uréia no soro sem aumento concomitante da creatinina do soro é imprescindível para identificar a azotemia pré-renal. Em condições pós-renais quando existe obstrução do fluxo urinário, ex.: malignidade, nefrolitíase e prostatismo, os níveis de creatinina do plasma e de ureia serão aumentados. A creatinina do soro varia em função da idade, peso corporal e sexo do indivíduo. Por vezes é baixa em indivíduos com massa muscular relativamente reduzida, doentes caquéticos, amputados e em pessoas de idade avançada. Um nível de creatinina do soro que seria habitualmente considerado normal não exclui a presença de um quadro de insuficiência renal.

Doenças Relacionadas

Nefropatia, Hipertensão, Pielonefrite, Diabetes, Hipertireoidismo, Acromegalia, Glomerulonefrite, Insuficiência cardíaca congestiva, Doença renal aguda e crônica

Outras informações

Links úteis

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