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CoberturaANS

FALCO - FOSFATASE ALCALINA ÓSSEA

Sinônimos: BAP OSTASE

CBHPM: 40301907 CID10: M81, M88, E21, M83, E55, E05

Especialidade: Reumatologia, Fisiatria, Ortopedia, Hepatologia, Endocrinologia

FALCO - FOSFATASE ALCALINA ÓSSEA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO CONGELADO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

2 dias úteis

Realização

Quinta-feira

Volume Mínimo

0,6 mL

Método

QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções

Instruções de Preparo

Jejum: Aconselhável de 4 horas.

Instruções de Coleta

Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar congelado.

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 72 horas refrigerada de 2° a 8°C, após este período manter congelada.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 15/06/2020.

Interpretação

Interpretação

A Fosfatase Alcalina Óssea (BAP) consiste em um marcador sérico para a formação de osso osteoblástico. A concentração de BAP no soro humano correlaciona-se com a taxa de formação de osso osteoblástico no esqueleto. A medição da BAP é útil no diagnóstico da doença de Paget e da osteoporose, bem como na monitorização da resposta à terapêutica anti-resorptiva nestes pacientes. Os estudos in vitro mostram a participação da BAP na iniciação da mineralização da matriz óssea, onde é liberada como uma forma tetraédrica, ligada à cavidade da matriz e insolúvel. Estudos indicam que a BAP desempenha um papel significativo no desenvolvimento e mineralização do esqueleto ao atuar como uma pirofosfatase. A clivagem do pirofosfato, um potente inibidor da mineralização, promove a deposição mineral in vivo. A BAP também é utilizada para monitorar a formação óssea em pacientes com doença renal, dado que é um dos poucos marcadores que não é influenciado por variações na função renal. Verifica-se um aumento da utilidade clínica da BAP na discriminação de doença óssea adinâmica (produção óssea baixa) de osteíte fibrosa (produção óssea alta), na qual o teste atual de segunda geração da PTH (hormônio paratireoide), não é diagnóstico. A BAP também é útil na monitorização da eficácia de intervenções terapêuticas que monitorizem os pacientes com Paget tratados com medicamentos que previnem a perda de densidade óssea (bisfosfonatos) ou mulheres osteoporóticas em fase de pós-menopausa tratadas com bisfosfonatos ou terapêutica de substituição de estrogênio.

Doenças Relacionadas

Osteoporose, Doença de Paget, Hiperparatireoidismo, Osteomalácia, Raquitismo, Hipertireoidismo

Outras informações

Links úteis

PRÉ-ANALÍTICAS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS: INFORMAÇÕES IMPORTANTES

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