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CoberturaANS

FAN - FAN - PESQUISA DE AUTOANTICORPOS ANTICÉLULA

Sinônimos: ANTICORPOS ANTI NUCLEARES (ANA), AUTOANTICORPOS ANTICÉLULA, FATOR ANTI-NÚCLEO, FAN-HEP2

CBHPM: 40306852 CID10: M05, M32, M35, M34, M33,M30, M36, L94

Especialidade: Reumatologia, Neurologia

FAN - FAN - PESQUISA DE AUTOANTICORPOS ANTICÉLULA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

3 dias úteis

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

0,55 mL

Método

IMUNOFLUORESCÊNCIA INDIRETA

Instruções

Instruções de Preparo

Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas.

Instruções de Coleta

Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 7 dias refrigerada de 2°C a 8°C, após este período manter congelada.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia e amostras com hemólise grau II.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 25/08/2020.

Interpretação

Interpretação

Os anticorpos antinúcleo são importantes marcadores diagnósticos de algumas doenças reumáticas autoimunes (DRAI), especialmente do lúpus eritematoso sistêmico (LES), da síndrome de Sjögren (SS), da esclerose sistêmica (ES), da dermatomiosite/polimiosite (DM/PM) e da doença mista do tecido conjuntivo (DMTC). Conhecido como fator antinúcleo (FAN), o exame para pesquisa de anticorpos antinúcleo pela técnica de imunofluorescência indireta (IFI) é atualmente denominado Pesquisa de Anticorpos contra Antígenos Celulares (PAAC-IFI), visto que o mesmo permite a detecção de uma gama de anticorpos que reagem com antígenos não apenas do núcleo, mas do nucléolo, do citoplasma e do aparelho mitótico celular. Entretanto, o termo FAN continua a ser largamente empregado na prática clínica por razões históricas. Pela elevada sensibilidade diagnóstica, a IFI utilizando células HEp-2 como substrato, e é considerada o método padrão ouro para a pesquisa do FAN (FAN HEp-2). Contudo, uma porcentagem significativa de indivíduos portadores de várias outras doenças autoimunes, para as quais o teste não possui importância diagnóstica, pode apresentar resultados positivos no teste. Resultados positivos também podem ocorrer no contexto de doenças infecciosas, neoplásicas ou mesmo em indivíduos sem evidência clínico-laboratorial de doença autoimune. O laudo do exame FAN encontra-se em adequação aos critérios do VI Consenso Brasileiro de FAN Hep-2.

Doenças Relacionadas

Artrite reumatoide, Lúpus eritematoso sistêmico, Síndrome de Sjögren, Esclerose sistêmica, Dermatomiosite/polimiosite (DM/PM), Doença mista do tecido conjuntivo, Esclerodermia

Outras informações

Links úteis

Consenso Brasileiro de FANICAPPRÉ-ANALÍTICAS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS: INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Referências Bibliográficas

https://www.anapatterns.org/ http://www.hep-2.com.br/

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Limitações do Exame

1. Um título elevado ANA é sugestivo de doença do tecido conjuntivo, mas não deverá ser considerado um diagnóstico. O resultado ANA positivo, deve ser sempre avaliado de forma combinada com outros resultados sorológicos, com clínica, sinais e sintomas do paciente. 2. Os padrões de ANA mudam frequentemente à medida que a amostra é titulada até o ponto final. Este fenômeno é devido à descida dos anticorpos de título inferior, abaixo a sensibilidade do sistema, a medida que é testada a amostra mais diluída. 3. As características de desempenho do ensaio não foram determinadas para outras matrizes além do soro.