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GLIBC - AMOSTRA BASAL (EM JEJUM) DA CURVA DE GLICOSE

CID10: E11, O24, K85, E27.1, C25.4, G63.2, N08.3

Especialidade: Endocrinologia, Ginecologia, Metabologia, Nutrologia

GLIBC - AMOSTRA BASAL (EM JEJUM) DA CURVA DE GLICOSE

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

PLASMA FLUORETADO OU SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo com fluoreto (cinza) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

1 dia útil

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

1,05 mL

Método

ENZIMÁTICO

Instruções

Instruções de Preparo

Preparo GLIBC: Bebida alcoólica: A abstinência é desejável nas 24 horas que antecedem o teste. Jejum: Jejum obrigatório de 8 horas. Outros: Outros: Coletar amostra basal e administrar glicose conforme quantidades a seguir: Adulto: 75 g de glicose em solução já preparada. Criança: 1,75 g/Kg até 75 gramas. Os tempos devem ser coletados de acordo com a solicitação médica. Os cadastros dos tempos coletados devem ser feitos separadamente, um para cada tempo da curva, disponíveis para pesquisa em guia de exames.

Instruções de Coleta

Coleta GLIBC: Soro: Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Esta ação é necessária tendo em vista a diminuição média da glicose sérica de aproximadamente 7% em 1 hora (5 a 10 mg/dL), em virtude da glicólise. Caso não seja possível realizar a centrifugação em 30 minutos após a coleta, utilizar tubo com fluoreto de sódio, pois inibe a glicólise. Plasma: Tubo com fluoreto: Realizar coleta utilizando o tubo com o anticoagulante correspondente ao exame, homogeneizar, centrifugar a amostra, separar o plasma em tubo transporte de material e acondicionar conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 3 dias refrigerada entre 2°C e 8°C.

Interpretação

Interpretação

Em jejum, os níveis de açúcar no sangue são controlados pelo fígado, que garante a sua manutenção dentro dos limites exatos. Essa forma rápida e precisa de controlar a glicose não contrasta com o aumento rápido do açúcar no sangue, que ocorre durante a ingestão de carboidratos. A queda de glicose no sangue para um nível crítico (aproximadamente 2,5 mM) conduz a disfunção do sistema nervoso central. Tal se manifesta num estado de hipoglicemia, caracterizado por fraqueza muscular, problemas de coordenação e confusão mental. Uma nova redução nos níveis de glucose no sangue conduz à coma hipoglicêmico. Concentrações de glicose no sangue revelam flutuações intra-individuais dependentes da atividade muscular e do intervalo de tempo desde a ingestão de alimentos. Estas flutuações são ainda maiores quando há descontrole, tal como ocorre em vários estados patológicos nos quais a glucose no sangue pode ser elevada (hiperglicemia) ou reduzida (hipoglicemia). A hiperglicemia ocorre com mais frequência como resultado de uma insuficiência na quantidade ou eficácia da insulina, uma condição conhecida por diabetes mellitus. Esta doença é caracterizada pela subida da glicose no sangue a ponto de ultrapassar o limiar renal e o açúcar surgir na urina (glicosúria). A medição da glicose no sangue é utilizada como ensaio de rastreio da diabetes mellitus, quando existe suspeita de hiperglicemia; monitorização de terapia na diabetes mellitus; avaliação do metabolismo dos carboidratos, por exemplo, na diabetes durante a gestação; hepatite aguda; pancreatite aguda e doença de Addison. A hipoglicemia está associada a uma gama de condições patológicas nas quais se incluem a síndrome de insuficiência respiratória no recém-nascido, toxemia da gravidez, defeitos congênitos enzimáticos, síndrome de Reye, ingestão de álcool, disfunção hepática, tumores pancreáticos produtores de insulina (insulinomas), anticorpos de insulina, neoplasmas não pancreáticos, septicemia e insuficiência renal crônica.

Doenças Relacionadas

Outras informações

Links úteis

DIRETRIZES DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES 2019-2020PRÉ-ANALÍTICAS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS: INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Referências Bibliográficas

https://www.diabetes.org.br/profissionais/images/DIRETRIZES-COMPLETA-2019-2020.pdf

Exames Relacionados

FRUTO

SORO

GL300

PLASMA FLUORETADO OU SORO - GLICOSE 300MIN

GLI

SORO

GLI1

PLASMA FLUORETADO OU SORO - GLICOSE 15MIN

GLI12

PLASMA FLUORETADO OU SORO - GLICOSE 120MIN

GLI15

PLASMA FLUORETADO OU SORO - GLICOSE 150MIN

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Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 19/05/2020.

Diabetes mellitus (DM) Síndrome metabólica, Diabetes gestacional, Pré-diabetes, Pancreatite aguda, Doença de Addison, Insulinoma, Neuropatia diabética, Nefropatia Diabética