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HERP - HERPES - PESQUISA

Sinônimos: CÉLULAS DE TZANCK

CID10: B00

Especialidade: Infectologia, Dermatologia, Ginecologia, Urologia

HERP - HERPES - PESQUISA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretação

Produção do Exame

Material

EXSUDATO DAS LESÕES

Meio(s) de Coleta

Lâmina

Prazo

1 dia útil

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

1 lâmina

Método

MICROSCOPIA - COLORAÇÃO DE MAY-GRUNWALD E GIEMSA

Instruções

Interpretação

Interpretação

A pesquisa de células de Tzanck tem a finalidade de observar o efeito citopatológico do vírus herpes simples, que é um vírus DNA e um membro da família do herpesvírus humano, na morfologia das células. Os locais mais atingidos pelas herpes HSV-1, são faringe, áreas intra-orais, lábios, olhos e pele acima da cintura. A exposição inicial é denominada de infecção primária, atinge faixas etárias jovens, é assintomática. O HSV-2 da mucosa genital é facilmente transmitida pelo contato íntimo e produz o mesmo padrão das lesões mucocutâneas orais do HSV-1. A latência se estabelece nos gânglios autônomos pélvicos e sacrais e as reativações são duas vezes mais frequentes do que as do HSV-1. Inicialmente as lesões são diversas vesículas puntiformes, que rapidamente se rompem e formam inúmeras lesões pequenas e avermelhadas. As ulcerações podem se juntar e formar ulcerações maiores rasas e irregulares. Geralmente o caso se resolve em 5 dias, e os casos mais graves se resolvem em torno de até duas semanas. O vírus exerce seus principais efeitos nas células epiteliais que mostram a denominada degeneração balonizante, que caracteriza-se pela acantólise e núcleo claro aumentado, essas células acantolíticas são denominadas de células de Tzanck. Ocorre fragmentação nuclear com condensação da cromatina. O edema que ocorre entre as células leva à formação de uma vesícula intra-epitelial. As vesículas localizadas na pele persistem e desenvolvem infiltração secundária por células inflamatórias. A partir do rompimento, as lesões mucosas apresentam uma membrana fibrinopurulenta composta por fibrina e neutrófilos na superfície. Este método não diferencia entre infecções pelo herpes virus tipo I ou II.

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