Guia de ExamesDB diagnosticosDB diagnosticos

Fale Conosco

Entre em contato conosco

0800 643 0376

© 2026 - Grupo DB - Todos os direitos reservados.

Guia de ExamesDB diagnosticosDB diagnosticos

K71 - IGE ESP (K71) - MAMONA - FEIJÃO KASTOR

Sinônimos: RICINUS COMMUNIS L.

CID10: L50, L20, T78, J45

Especialidade: Alergologia, Imunologia, Nutrologia

K71 - IGE ESP (K71) - MAMONA - FEIJÃO KASTOR

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

10 dias úteis

Realização

Segunda a sexta-feira

Volume Mínimo

2 mL

Método

QUIMIOLUMINESCÊNCIA

Instruções

Instruções de Coleta

Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 6 meses congelada.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 29/09/2020.

Interpretação

Interpretação

Alérgenos são substâncias geralmente de natureza proteica, que causam doenças alérgicas através de mecanismo mediado pela Imunoglobulina E (IgE). Quando estes alérgenos encontram-se, no local de trabalho, dizemos que se trata de um alérgeno ocupacional. Clinicamente, os trabalhadores expostos podem desenvolver alergias ocupacionais respiratórias ou cutâneas, destacam-se a asma, rinite, conjuntivite alérgicas, dermatite de contato, pneumoconioses (antracose, silicose, asbestose) e em alguns casos extremos, anafilaxia. Os agentes causadores podem diferir na apresentação clínica, no tipo de reação produzida, além das características das pessoas envolvidas, e o tipo de ocupação. A Mamona (R. communis L.) possui ampla distribuição no Brasil por ser de fácil proliferação em terrenos baldios, matas e lavouras abandonadas, além de serem cultivadas comercialmente para obtenção do óleo de rícino, uma importante matéria-prima para a indústria química, na fabricação de tinta e verniz, além da produção do biodiesel, um combustível renovável. No entanto, na fabricação do biodiesel, é gerado um subproduto conhecido como torta ou farelo, utilizado como adubo. A alergia à torta de mamona é um risco ocupacional para as pessoas que trabalham nas indústrias de extração de óleo e para os moradores dos arredores da indústria, os quais estão expostos à poeira levada pelo vento; até mesmo o uso da torta como adubo pode causar reações alérgicas nos trabalhadores de campo submetidos à poeira. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.

Doenças Relacionadas

Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme. Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar. Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner

Outras informações

Links úteis

PRÉ-ANALÍTICAS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS: INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Exames Relacionados

K20

SORO

K74

SORO

K81

SORO

K82

SORO

KX1

SORO

PK72

SORO

Fale Conosco

Entre em contato conosco

0800 643 0376

© 2026 - Grupo DB - Todos os direitos reservados.