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CoberturaANS

LEISP - LEISHMANIA - PESQUISA

CBHPM: 40310434 CID10: B55.1

Especialidade: Infectologia

LEISP - LEISHMANIA - PESQUISA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SECREÇÃO DA BORDA DA LESÃO

Meio(s) de Coleta

Lâmina

Prazo

1 dia útil

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

2 Lâminas

Método

MICROSCOPIA - COLORAÇÃO DE MAY-GRUNWALD E GIEMSA

Instruções

Instruções de Coleta

LEISP: Lavar abundantemente a lesão com solução fisiológica estéril, de modo a evitar a contaminação do esfregaço por cocos que, normalmente recobrem a úlcera. Secar a lesão com gaze esterilizada alcançando a região do fundo da úlcera, logo abaixo da borda. Necessário escarificar três áreas diferentes da borda da lesão. Aguardar a exsudação do plasma e coletar o material. Conservar o material em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. Acondicionar as lâminas em porta- lâminas devidamente identificado.

Instruções de Distribuição

Transportar em temperatura ambiente.

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por até 7 dias em temperatura ambiente.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 17/12/2020.

Interpretação

Interpretação

A leishmaniose é uma doença do sistema reticuloendotelial causado por protozoário cinetoplastida do gênero Leishmania e é transmitida ao homem pela picada de mosquitos flebotomíneos, também chamados de mosquito palha ou birigui. De modo geral, essas enfermidades se dividem em leishmanioses tegumentares, que atacam a pele e as mucosas, e viscerais que atacam os órgãos internos. A transmissão acontece quando uma fêmea infectada de flebotomíneo passa o protozoário a uma vítima saudável, enquanto se alimenta de seu sangue. O cão doméstico é considerado o reservatório epidemiologicamente mais importante para a leishmaniose visceral americana. Os sintomas das leishmanioses variam de acordo com a espécie de protozoário. De modo geral, as tegumentares causam lesões na pele (mais frequentemente ulcerações) e, em casos mais graves, atacam as mucosas do rosto, como nariz e lábios (leishmaniose mucosa). As leishmanioses viscerais causam febre, emagrecimento, anemia, aumento do fígado e do baço e imunodeficiência.

Doenças Relacionadas

Leishmaniose cutânea

Outras informações

Links úteis

MANUAL DE VIGILÂNCIA DA LEISHMANIOSE TEGUMENTAR

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