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MTIRO - METABÓLITOS DA TIROSINA

CID10: E70.2

Especialidade: Pediatria, Endocrinologia

MTIRO - METABÓLITOS DA TIROSINA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretação

Produção do Exame

Material

URINA AMOSTRA ISOLADA CONGELADA

Meio(s) de Coleta

Tubo transporte. Meio alternativo: tubo cônico

Prazo

3 dias úteis

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

2 mL

Método

REAÇÃO DE NITROSONAFTOL

Instruções

Instruções de Coleta

MTIRO: Urina Isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio. Urina neonatal: A coleta ideal é a realizada no laboratório com o coletor infantil. O saco coletor deve ser colocado após a adequada higienização, e se não ocorrer a micção em um prazo de 60 minutos, o saco coletor deverá ser trocado, até que ocorra espontânea micção.

Instruções de Distribuição

Transportar congelado.

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por 48 horas refrigerada de 2°C a 8°C ou por até 7 dias congelada.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 22/02/2021.

Interpretação

Interpretação

A tirosinemia é uma doença autossômica recessiva, onde o organismo não consegue metabolizar o aminoácido tirosina. Assim ocorre acúmulo da tirosina ou de seus metabólitos. O teste de triagem na urina para tirosina e seus metabólitos é o teste do naftol-nitroso. É um teste inespecífico, por isso são necessários mais ensaios, como determinação de tirosina quantitativa. As tirosinemias mais frequentes são a tirosinemia neonatal transitória, e de fundo genético nas quais as enzimas exigidas na via metabólica não são produzidas representam condição grave e, geralmente, fatal, que resulta em doença hepática e tubular renal, com aminoacidúria generalizada. Com base nas enzimas afetadas, as doenças hereditárias podem ser classificadas em três tipos, todas elas produtoras de tirosinemia e tirosinúria. A tirosinemia tipo 1 é causada pela deficiência da enzima fumarilacetoacetato hidrolase (FAH), atirosinemia tipo 2(também conhecida como Síndrome de Richner-Hanhart) é causada pela falta da enzima tirosina aminotransferase, e atirosinemia tipo 3 é causada pela falta da enzima p-hidroxifenil pirúvico dioxigenase. Raramente cristais de tirosina e leucina podem ser observados durante o exame microscópico do sedimento urinário. Uma reação para distinguir da reação de PKU é a reação com cloreto férrico, a cor verde desaparece rapidamente quando a tirosina está presente.

Doenças Relacionadas

Tirosinemia

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