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CoberturaANS

PB36 - PAINEL BRASIL 36 ALÉRGENOS

Sinônimos: PERFIL ANTIGÊNICO

CBHPM: 40307905 CID10: L50, L20, T78, J45

Especialidade: Alegologia, Nutrologia, Imunologia

PB36 - PAINEL BRASIL 36 ALÉRGENOS

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo).

Prazo

7 dias úteis

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

4 mL

Método

IMMUNOCAP - (FEIA - FLUOROENZIMAIMUNOENSAIO)

Instruções

Instruções de Coleta

Coleta PB36: Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Amostras com volume insuficiente acarretarão na liberação parcial do exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 1 ano congelada.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia

Instruções Adicionais

Data de revisão: 24/05/2024.

Interpretação

Interpretação

O processo alérgico ocorre como uma resposta exagerada do sistema imune à diversas substâncias como alimentos, medicamentos, venenos de insetos, pólen, ácaros ou pelos de animais. O teste tem o objetivo de detectar previamente possíveis alergias, ou seja, identificar substâncias que podem ser capazes de provocar reação alérgica em determinados pacientes. Qualquer nível detectável de IgE específica indica uma sensibilização a um alérgeno específico. Mesmo um baixo nível de sensibilização pode ser significativo se estiver associado a sintomas quando exposto ao alérgeno específico. O inverso também pode ser verdade: um paciente pode ser sensibilizado a um alérgeno em qualquer nível, mas se ele não apresenta sintomas quando exposto ao alérgeno, não é clinicamente alérgico. A interpretação de IgE específica deve ser associada a anamnese e outros exames complementares do paciente. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco sua ausência a exclui. Valores negativos indicam a ausência ou níveis imperceptíveis de IgE específica. Neste painel são realizados 36 testes, descritos abaixo: Penas de ganso; Penas de Galinha; Penas de pato; Penas de peru; Bacalhau; Camarão; Mexilhão; Atum; Salmão; Clara de ovo; Leite de vaca; Trigo; Amendoim; Soja; Arroz; Carne de porco; Carne de vaca; Carne de frango; Carne de carneiro; Gramas; D. pteronyssinus; D. farinae; Poeira domestica; Epitélio de gato; Epitélio de cão; Aspergillus; Penicillium; Cladosporium; Candida; Alternarias; Oliveira; Salgueiro; Pinheiro Branco; Eucalipto; Acácia; Melaleuca.

Doenças Relacionadas

Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme. Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar. Respiratórias: Anafilaxia, Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner

Outras informações

Links úteis

PRÉ-ANALÍTICAS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS: INFORMAÇÕES IMPORTANTES

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