Guia de ExamesDB diagnosticosDB diagnosticos

Fale Conosco

Entre em contato conosco

0800 643 0376

© 2026 - Grupo DB - Todos os direitos reservados.

Guia de ExamesDB diagnosticosDB diagnosticos

PM81 - IGE ESP (M81) - FUNGOS - ENTEROTOXINA B STAPHYLOCOCCUS

Sinônimos: STAPHYLOCOCCUS ENTEROTOXIN B

CID10: L50, L20, J45

Especialidade: Alergologia, Otorrinolaringologia

PM81 - IGE ESP (M81) - FUNGOS - ENTEROTOXINA B STAPHYLOCOCCUS

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

SORO

Meio(s) de Coleta

Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)

Prazo

2 dias úteis

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

0,6 mL

Método

IMMUNOCAP - (FEIA - FLUOROENZIMAIMUNOENSAIO)

Instruções

Instruções de Coleta

Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.

Instruções de Distribuição

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 1 ano congelada.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 19/08/2025.

Interpretação

Interpretação

Staphylococcus aureus é uma bactéria Gram positiva, que pode colonizar a pele e o aparelho respiratório dos seres humanos, podendo essa colonização estar associada ou não a processos patológicos. Essa bactéria produz diversas toxinas relacionadas a sua capacidade de colonização e patogenicidade como a enterotoxina TXB, que assim como as demais, apresentam atividades de superantígeno, pirogenicidade, e potencialização da letalidade de outras toxinas. Essas toxinas estimulam receptores MHC classe II e de células T. Este mecanimo tem relação ao agravo de doenças alérgicas através da produção de IgE específicas para as toxinas. Na asma, as toxinas estafilocócicas também atuariam como superantígenos, estimulando principalmente a proliferação e a atividade de linfócitos T CD4 e levando a um aumento da produção de IgE específicas para essas toxinas, que, através da sua ligação com mastócitos do trato respiratório, propiciariam uma reação de tipo alérgico. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.

Doenças Relacionadas

Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme. Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.

Outras informações

Links úteis

PRÉ-ANALÍTICAS DE REJEIÇÃO DE AMOSTRAS: INFORMAÇÕES IMPORTANTES

Exames Relacionados

APHM1

SORO

APM2

SORO

APM5

SORO

APM6

SORO

APM8

SORO

APM9

SORO

Fale Conosco

Entre em contato conosco

0800 643 0376

© 2026 - Grupo DB - Todos os direitos reservados.