Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
Instruções de Coleta
Tubo seco:
Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Tubo com gel separador:
Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
Instruções de Distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
Instruções de Estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 1 ano congelada.
Instruções de Rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
Instruções Adicionais
Data de revisão 14/09/2021.
Interpretação
Interpretação
Os pólens são os alergênicos mais importantes do ambiente exterior que induzem sintomas de doença alérgica. A gravidade das manifestações alérgicas depende da quantidade de pólen libertado e da exposição do indivíduo durante a estação do ano específica; por isso, podem variar de ano para ano, sendo mais graves quando há níveis de pólens elevados.
Os principais indutores de sintomas de alergia são algumas espécies de árvores (como é o caso da oliveira, plátano, bétula), ervas (como é o caso da parietária, artemísia, plantago) e arbustos. O pólen das gramíneas, também conhecidas como fenos, é de longe o principal responsável por alergias respiratórias.
A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.
Doenças Relacionadas
Rinite sazonal, Febre do feno, Polinose, Asma, Rinite, Conjuntivite, Sinusite