O Exame
SUCAC - SUCCINILACETONA
SINÔNIMOS: DOSAGEM DE SUCCINILACETONA URINÁRIA, TIROSINEMIA TIPO I
CBHPM: 40302431 CID10: E70.2
ESPECIALIDADE: Genética Pediatria
Cobertura
Produção do Exame
Produção do exame
MATERIAL
URINA AMOSTRA ISOLADA CONGELADA
MEIO(S) DE COLETA
Tubo cônico
PRAZO
30 dias úteis
REALIZAÇÃO
Segunda a sexta-feira
VOLUME MÍNIMO
10 mL
Método
MÉTODO
CROMATOGRAFIA GASOSA ACOPLADA À ESPECTROMETRIA DE MASSAS EM TANDEM (CG-MS/MS)
Instruções
Instruções
Data revisão: 01/01/1900 00:00:00
Instruções de preparo
Preparo: Higienizar a região genital e fazer a coleta. Acondicionar e enviar a amostra congelada.
 

Instruções de coleta
Preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato.
 

Instruções de distribuição
Transportar congelado.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 30 dias congelada.
 

Instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia. Coleta em recipiente não adequado, volume de amostra insuficiente e/ou transporte fora do padrão.
 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 05/03/2026.
 

Instruções de preparo
Preparo: Higienizar a região genital e fazer a coleta. Acondicionar e enviar a amostra congelada.
 

Instruções de coleta
Preferencialmente, a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina, e sem interromper a micção, coletar o segundo jato.
 

Instruções de distribuição
Transportar congelado.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 30 dias congelada.
 

Instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia. Coleta em recipiente não adequado, volume de amostra insuficiente e/ou transporte fora do padrão.
 

Instruções  adicionais
Data de revisão: 05/03/2026.
 

Interpretação
INTERPRETAÇÃO
A dosagem de Succinilacetona e útil no diagnóstico de Tirosinemia tipo I. A Tirosinemia tipo I, e causada pela deficiência da fumarilacetoacetase, enzima presente no fígado e nos rins. Acredita-se que as manifestações da doença decorrem do acumulo de fumarilacetoacetato e maleilacetoacetato, que são metabolitos tóxicos no fígado e rins.  Estas substancias são convertidas a succinilacetato e posteriormente a succinilacetona que se acumula no sangue e eliminada em grandes quantidades na urina.  A excreção de succinilacetona na urina faz o diagnóstico. Porem essa excreção pode ser normal e nesses casos e necessária a dosagem da enzima fumaril-acetoacetase.  Recém-nascidos com tirosinemia Tipo I possuem níveis muito elevados de alfa-feto proteína ou que também pode auxiliar no diagnóstico. 
DOENÇAS RELACIONADAS
Tirosinemia tipo I
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