O Exame
PFUN - FUNGOS - PESQUISA
SINÔNIMOS: MICOLÓGICO, MICOLÓGICO DIRETO, FUNGOSCOPIA
CBHPM: 40310230 CID10: B36, B35, B35.3, B37, L60
Cobertura
Produção do Exame
Produção do exame
MATERIAL
DIVERSOS
MEIO(S) DE COLETA
De acordo com cada tipo de material / região de coleta.
PRAZO
2 dias úteis
REALIZAÇÃO
Segunda a sexta-feira
VOLUME MÍNIMO
Conforme o material/região de coleta
Método
MÉTODO
MICROSCOPIA
Instruções
Instruções
Data revisão: 01/01/1900 00:00:00
BIÓPSIAS E FRAGMENTOS DE TECIDO
Instruções de preparo
Preparo Fragmentos de Biópsia (Tecidos e Orgãos) PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Dados: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos:  PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Instruções de coleta
Coleta Fragmentos de Biópsia PFUN:
Recomendações:
Procedimento deve ser realizado exclusivamente por equipe médica.
Instruções de coleta:
1. Quando presença de tecido necrosado, realizar o debridamento da lesão.
2. Priorizar a coleta na borda ativa da lesão. Evitar o centro de lesões extensas (geralmente composto por tecido necrótico sem viabilidade fúngica).
3. Coletar de 2 a 3 fragmentos (aproximadamente 3mm a 5mm cada) ou cerca de 1g de tecido profundo. 
4. Após a coleta, acondicionar o material em um frasco ou tubo estéril sem aditivos. Nunca colocar formol.
5. Usar algumas gotas de solução salina estéril apenas para manter a umidade. Nunca submergir totalmente o material coletado.
6. A amostra não deve ser submersa na solução e nem ultrapassar os limites do frasco estéril. 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
  

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas em temperatura refrigerada de (2°C a 8°C).
  

Instruções de rejeição
Rejeição fragmento de biópsia PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em meio de transporte não estéril, diferente do recomendado ou em frascos danificados e vazados. 
2. Amostras envidas em frasco contendo formol, fixadores ou qualquer tipo de conservante.
3. Amostras sem identificação do sítio anatômico ou com termos genéricos que impeçam a distinção do material enviado (ex: 'biópsia', 'tecido' ou 'secreção' sem especificar a origem anatômica).
4. Amostras submersas em solução salina.
5. Amostras enviadas em swab (para biópsia, o envio do fragmento é obrigatório).
6. Amostras fora dos limites de temperatura.  
7. Amostras com volume pouco representativo.
8. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido e com problemas de identificação do material e do paciente.
9. Amostras envolvidas com algodão ou gaze.
10. Amostras com presença de formol. 

Instruções  adicionais
Informações Adicionais Fragmentos de Biópsia PFUN:
O fragmento deve ser enviado íntegro. A trituração mecânica excessiva durante a coleta pode romper estruturas fúngicas frágeis, inviabilizando a visualização no processo da pesquisa.

O uso da solução salina (soro fisiológico 0,9% estéril) deve ser restrito a poucas gotas para evitar o ressecamento. O excesso de líquido favorece a maceração do tecido e a proliferação de bactérias contaminantes, que podem mascarar o fungo.

É mandatório indicar o sítio anatômico exato (ex: 'Borda de lesão ulcerada em antebraço esquerdo'), pois a interpretação dos achados morfológicos varia conforme a localização.
No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:

1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.
Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.



Data de revisão: 07/04/2026.

ESCARRO E ESCARRO INDUZIDO
Instruções de preparo
Preparo Escarro PFUN:
Medicação: Recomenda-se suspender o uso de antifúngico sistêmico (por via oral e intravenosa) durante 30 dias. De acordo com orientação médica.

Outros: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.
Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Coleta Escarro PFUN:
- Se aplicável, retirar próteses dentárias antes de coletar a amostra. 
- Orientar o paciente a enxaguar previamente a boca apenas com água, várias vezes, para remover a microbiota superficial dessa região, não utilizar antissépticos bucais ou creme dental, pois podem inibir o crescimento fúngico.
- Coletar, preferencialmente, a primeira amostra da manhã, antes de qualquer alimentação. 
- A coleta ideal é obter a amostra após tosse profunda, pois a saliva não é um material adequado para a análise.
- Inspirar profundamente, reter o ar por alguns instantes e tossir vigorosamente para expelir o material da árvore brônquica (evitar apenas cuspir a saliva).
- A coleta deve ser feita em frasco estéril transparente de boca larga com tampa de rosca.
- Volume ideal é de 5 a 10 mL, sendo 1mL o mínimo aceitável.
- No momento do cadastro, Identificar corretamente o sítio anatômico do material coletado ? tipo de amostra.

Coleta escarro induzido:
- Caso o paciente apresente ausência de secreção ou dificuldade para expectorar espontaneamente, recomenda-se a técnica de indução de escarro, sob supervisão. Este método é uma alternativa eficaz que precede exames invasivos (como a broncoscopia).
- Realizar nebulização (ultrassônica) com 5 mL de solução salina hipertônica (NaCl 3% a 5%) por 5 a 20 minutos.

É obrigatório identificar a amostra como "ESCARRO INDUZIDO" no frasco, na requisição e no sistema, no momento de cadastrar o pedido. Como o material é mais fluido e semelhante à saliva, essa identificação evita a rejeição indevida pela triagem do laboratório. 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
  

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas refrigerada de (2°C a 8°C).
 

Instruções de rejeição
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em frascos diferentes do recomendado ou contendo conservantes.
2. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico).
3. Amostras fora dos limites de temperatura. 
4. Amostras com problemas de identificação do paciente ou pedidos duplicados.
5. Amostras com volume insuficiente, inferior a 1 mL (inviabiliza a concentração necessária para pesquisa de fungos).
6. Amostras com predomínio de saliva, de aspecto extremamente fluido, aquoso e transparentes.
7. Amostras acondicionadas em recipientes não estéreis.
8. Amostras com vazamento externo ou sem identificação clara.
9. Presença de resíduos alimentares, creme dental, entre outros contaminantes que prejudicam a análise.
10. Amostras enviadas em swab.

Instruções  adicionais
Instruções Adicionais Escarro PFUN:
A eficácia do diagnóstico micológico em amostras de escarro depende estritamente da integridade do material alveolar, visto que a contaminação por microbiota residente da orofaringe, especialmente leveduras do gênero Candida, pode levar a interpretações clínicas equivocadas. É fundamental que o material enviado apresente aspecto mucoide ou purulento, sendo a triagem microscópica inicial e principal critério para validar se a amostra de fato representa o trato respiratório inferior.

No caso de pacientes que não apresentam tosse produtiva, a indução por nebulização com solução salina hipertônica pode ser realizada sob supervisão, devendo tal condição ser formalmente identificada na etiqueta da amostra para evitar a rejeição por suspeita de excesso de saliva, dada a aparência mais fluida deste tipo de coleta.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.
Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.


Data de revisão: 07/04/2026.

FEZES
Instruções de preparo
Preparo Fezes PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Dados:  Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos:  PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Outros: Restrições: Evitar o uso de laxantes, supositórios ou ingestão de contraste radiológico nas 72 horas que antecedem a coleta. 

Instruções de coleta
Coleta Fezes PFUN:
Observação:
Amostras de fezes raramente são relevantes para cultura de fungos como agente causador de infecção, por se tratar de um material altamente contaminado.

- Frasco estéril:
Enviar aproximadamente 20 gramas de fezes recém coletadas, em recipiente limpo e seco. Transferir para o frasco estéril, priorizando áreas com muco ou sangue. Não colher do vaso sanitário.
É importante não exceder a quantidade recomendada do material.

- Swab: 
Coletar as fezes em recipiente limpo e seco, usando swab, priorizando partes da amostra contendo muco ou sangue). Introduzir o swab no meio de transporte (parte gelatinosa do tubo) sem deixar sobras de material na superfície e fechar corretamente para que o material não extravase ou contamine. O excesso de fezes inibe a ação do conservante e acelera a fermentação.   
São aceitos  somente swabs com meio de transporte em gel: Stuart, Cary Blair e Amies (sem carvão). 

Instruções de distribuição
Distribuição Fezes PFUN:
Amostras em frasco estéril: Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
Amostras em Swab: Transportar em temperatura ambiente.

Instruções de estabilidade
Estabilidade Fezes PFUN:
Amostras em Frasco estéril: A amostra é estável por até 48 horas em temperatura refrigerada de (2°C a 8°C).
Amostras em Swab: A amostra é estável por até 48 horas em temperatura ambiente. 

Instruções de rejeição
Rejeição PFUN - Fezes:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras enviadas em frasco não estéril
2. Amostras em swab com meios de transporte que não sejam: Stuart, Cary Blair ou Amies sem carvão. 
3. Amostras coletadas em recipientes com resíduos de urina ou colhidas diretamente do vaso sanitário.  
4. Swab com quantidade excessiva de fezes (transbordando do tubo ou impedindo o fechamento).
5. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico / tipo de material enviado).
6. Amostras fora dos limites de temperatura.
7. Amostras sem identificação ou duplicadas sem solicitação de novo pedido.
8. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte.
9. Amostras com ausência do swab de coleta dentro do meio de transporte.
10. Amostras vazadas ou com meio de transporte violado/quebrado.
11. Amostras em swab vencido ou com data de validade rasurada.
12. Amostras em swab sem identificação do meio de transporte em gel.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais Fezes PFUN:
- Amostras de fezes raramente são relevantes para cultura de fungos como agente causador de infecção, por se tratar de um material altamente contaminado.
- A interpretação da pesquisa de fungos em fezes deve ser feita com cautela, uma vez que leveduras (como Candida spp.) podem fazer parte da microbiota transitória intestinal. A presença de hifas ou pseudo-hifas no exame direto da lâmina é um dado clínico relevante, pois sugere a forma invasiva ou atividade metabólica do fungo no trato gastrointestinal, diferenciando a colonização de uma possível infecção ativa. Para garantir a viabilidade de fungos filamentosos mais sensíveis, o processamento rápido é essencial, evitando que o declínio do pH fecal e a proliferação da microbiota bacteriana suprimam o crescimento fúngico em cultura.



Data de revisão: 07/04/2026.

LAVADO BRONCOALVEOLAR
Instruções de preparo
Preparo Lavado Brônquico/Aspirado Brônquico PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Coleta Lavado Brônquico/Aspirado Brônquico PFUN:
Material coletado por broncoscopia ou aspiração com cânula endotraqueal, colocar entre 5 e 10mL em frasco estéril com tampa de rosca.
O procedimento deve ser realizado por equipe habilitada.

Processo de lavagem: 
1. Injeção de Solução Fisiológica (NaCl 0,9%) estéril em alíquotas de 5 a 10 mL.
2. Aspirar o material após cada lavagem e acondicionar em frasco estéril de rosca.
3. O fluido inicial deve ser descartado como contaminado. Todas as frações recuperadas devem ser enviadas ao laboratório, pois a carga fúngica pode estar presente em qualquer alíquota.
4. Várias lavagens podem ser feitas no mesmo alvéolo ou em alvéolos diferentes, mas devem ser acondicionados e identificadas da seguinte forma: 
- Lavagens do mesmo local: mesmo frasco.
- Lavagens de locais diferentes: frascos separados e identificados corretamente: lobo superior direito, lobo inferior esquerdo, etc.
5. Enviar preferencialmente entre 5 e 10 mL de amostra, sendo o mínimo aceitável 1 mL.
6. Encaminhar o material em frasco estéril de boca larga com tampa de rosca ou tubo estéril. 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
  

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas em temperatura refrigerada de (2°C a 8°C).
  

Instruções de rejeição
Rejeição Lavado brônquico / Aspirado brônquico PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em frascos diferentes do recomendado. 
2. Amostras envidas em frasco contendo conservante.
3. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico).
4. Amostras identificadas apenas como secreção, sem especificações do sítio anatômico. 
5. Amostras fora dos limites de temperatura. 
6. Frascos danificados e vazados.  
7. Amostras com problemas de identificação do material e do paciente.
8. Amostras com volume insuficiente (inferior a 1 mL).
9. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
10. Amostras enviadas em Swab.

Instruções  adicionais
Instruções Adicionais Lavado brônquico / Aspirado brônquico PFUN:
Certificar-se de que a tampa está totalmente rosqueada para evitar a perda da amostra (material de volume escasso e difícil coleta).
Amostras de Lavado/Aspirado são consideradas nobres, priorizar o envio o mais breve possível após o procedimento.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.
Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.




Data de revisão: 07/04/2026.

LESÕES DE PELE
Instruções de preparo
Preparo Lesões de pele PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta. Para lesões descamativas deve-se suspender o uso de cremes, pomadas e hidratantes pelo menos um dia antes da coleta.

Dados : Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos:  PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Outras:  Em casos de lesões na virilha e/ou axila, não fazer depilação dois dias antes da coleta. 
IMPORTANTE: A técnica de Jarbas Porto (amostras colhidas com fita adesiva transparente) é destinada apenas para pesquisa de Malassezia furfur.

Instruções de coleta
Coleta Lesões de Pele PFUN:
- Limpar a lesão com álcool 70% para remover contaminantes ambientais e resíduos da pele. Aguardar a secagem completa antes de coletar.
- Lesões Descamativas (Secas): Raspar as bordas ativas da lesão (periferia onde a inflamação é maior) com auxílio de bisturi ou cureta estéril.
- Se houver falha capilar na lesão de pele, coletar também os pelos/cabelos da região, retirando-os pela raiz com pinça estéril.
- Acondicionar em frasco estéril com tampa de rosca.
- Coletar quantidade suficiente de escamas que seja visível no fundo do frasco.
Atenção: Não enviar amostras coletadas diretamente em lâmina de vidro. Devido ao risco de acidentes de trabalho, amostras acondicionadas em lâminas sobrepostas serão rejeitadas.
- Lesões Vesiculosas (Com bolhas): Coletar o teto da vesícula (pele) por raspagem ou corte com tesoura fina estéril. O líquido interno tem pouca representatividade para fungos e não precisa ser coletado.
-  Acondicionar o raspado em frasco estéril com tampa de rosca.
Nota: Para lesões purulentas/exsudativas: seguir o procedimento de coleta descrito para secreções diversas ? abscessos e ulcerações.

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
Estabilidade Lesões de Pele PFUN:
Raspados em frasco estéril: A amostra é estável por 7 dias em temperatura ambiente.

Instruções de rejeição
Rejeição de Lesões de Pele PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras coletadas em meio não estéril. 
2. Frascos danificados.
3. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico) ou identificadas apenas como 'raspado', sem a especificação exata do local.
4. Volume de escamas insuficiente para realização da pesquisa.
5. Amostras úmidas ou em frascos contento líquidos. O raspado deve ser enviado seco.
6. Amostras fora dos limites de temperatura. 
7. Raspado encaminhado em swab.
8. Amostras contendo lâminas de bisturi. 
9. Amostras duplicadas sem cadastro de novo pedido.
10. Amostras com problemas de identificação do paciente ou da região de coleta.
11. Amostras coletadas em lâminas sobrepostas.
12. Amostras enviadas com algodão ou gaze. 

Instruções  adicionais
Instruções adicionais de Lesões de Pele PFUN:
Devido ao risco de acidentes de trabalho, as amostras enviadas em lâminas de vidro sobrepostas serão rejeitadas. Caso a coleta tenha sido feita desta forma, transferir o material para um frasco estéril antes de enviar ao DB.

Em casos de amostras compartilhadas, deve-se garantir que o volume coletado seja suficiente para dividir entre a pesquisa (microscopia) e para cultura.

Se o paciente apresentar lesões em locais distintos (ex: braço e perna), cada região deve ser coletada e enviada em frascos separados, devidamente identificados com o sítio anatômico.

Não colocar os raspados de pele envoltas em algodão ou gaze, pois as fibras inviabilizam a recuperação do material no laboratório.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.
Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.


Data de revisão: 07/04/2026.

LÍQUIDOS BIOLÓGICOS ESTÉREIS - LÍQUIDOS CAVITÁRIOS
Instruções de preparo
Preparo Líquidos Biológicos Estéreis PFUN (Líquor, Líquido Pleural, Peritoneal, Ascítico, Sinovial e Pericárdico):
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Coleta Líquidos Biológicos Estéreis PFUN (Líquor, Líquido Pleural, Peritoneal, Ascítico, Sinovial e Pericárdico):
Procedimento médico realizado via punção com técnica asséptica rigorosa.

Processo:
1. Realizar uma rigorosa antissepsia no sítio da punção com álcool 70%, para eliminar resíduos e contaminantes da pele.
2. Realizar a punção conforme o do sítio de coleta.
3. O líquido obtido através da punção deve ser encaminhado em frasco seco e estéril ou tubo estéril sem qualquer tipo de aditivo.
4. O material também pode ser encaminhado na própria seringa utilizada na coleta, esta deve estar sem agulha e hermeticamente vedada com tampa Luer-lock. 
5. O volume ideal de coleta é de 5 a 10 mL de amostra, sendo o mínimo aceitável de 1mL. Ressalta-se que quanto maior o volume do material encaminhado, maior a possibilidade de visualizar e/ou isolar o agente.

Importante: Por se tratar de amostras nobres para pesquisa/cultura de fungos, especialmente em Líquor (LCR), volumes inferiores ao recomendado podem comprometer diretamente a análise, pois podem possuir baixa carga fúngica. 

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por 24 horas em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Rejeição líquidos biológicos estéreis - PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em frascos ou tubos diferentes do recomendado. 
2. Amostras envidas em frascos ou tubos contendo conservante.
3. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico / tipo de amostra).
4. Amostras identificadas de forma genérica, apenas como líquido ou secreção, sem as especificações correta do sítio anatômico ou tipo de material enviado. 
5. Amostras fora dos limites de temperatura. 
6. Frascos danificados e vazados.  
7. Amostras com problemas de identificação do material e do paciente.
8. Amostras com volume insuficiente.
9. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
10. Seringas enviadas com agulha (risco biológico e acidente perfurocortante)
11. Seringas e sem as devidas vedações.
12. Amostras com presença massiva de sangue que impossibilitem a análise ou que apresentem coagulação total, impedindo o processamento técnico.
13. Amostras coletadas em swab. 

Instruções  adicionais
Instruções adicionais Líquidos Biológicos Estéreis PFUN (Líquor, Líquido Pleural, Peritoneal, Ascítico, Sinovial e Pericárdico):
Líquidos de cavidades estéreis são considerados amostras nobres. O tempo entre a coleta e a chegada ao laboratório deve ser o menor possível visando preservar a viabilidade de fungos filamentosos e leveduriformes.
 
A presença de sangue na amostra (acidente de punção) pode mascarar a visualização direta de estruturas fúngicas. Da mesma forma, a antissepsia inadequada da pele no momento da punção pode levar ao crescimento de fungos presentes na microbiota cutânea, gerando interpretações clínicas equivocadas.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: líquido.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: pleural, sinovial, peritoneal, etc.
Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.



Data de revisão: 07/04/2026.

MUCOSA ORAL E OROFARINGE
Instruções de preparo
Preparo Mucosa Oral e Orofaringe PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos:  PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Instruções de coleta
Coleta Mucosa Oral e Orofaringe PFUN:
Coletar com swab estéril o material de lesão, mucosa, papilas linguais ou região tonsilar.  Enviar o swab em meio de transporte Stuart.

Recomendações: 
1. Não realizar escovação dentária ou uso de enxaguantes bucais (antissépticos) nas 2 horas anteriores ao procedimento, para não interferir na viabilidade dos microrganismos.
2. É recomendável que o paciente esteja em jejum por no mínimo 2h antes da realização da coleta, resíduos de alimentos podem inviabilizar os fungos e contaminar a coleta.
3. Em casos de uso de próteses dentárias devem ser removidas antes da coleta.
4. Com o auxílio do abaixador de língua, orientar a abertura máxima da cavidade oral para avaliação das estruturas da garganta.
5. Com um swab, buscar e identificar regiões de interesse como as que possuem exsudato purulento, placas brancas e inflamações presentes.
6. Pressionar e rolar o swab com firmeza sobre as tonsilas, papilas linguais, lesões da mucosa, placas esbranquiçadas e inflamações.
7. Não coletar apenas a saliva, é necessário o material da superfície da mucosa.
8. Evitar tocar o swab na língua, bochechas, dentes e úvula.
9. Realizar a coleta e inserir imediatamente o swab no meio de transporte em gel - Stuart ou Amies (sem carvão). 

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Rejeição mucosa oral e orofaringe PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em meios de transporte diferentes do indicado.
2. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico).
3. Amostras fora dos limites de temperatura.
4. Swab seco, sem meio de transporte.
5. Amostras sem identificação.
6.  Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
7. Amostra com cadastro inadequado.
8. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte.
9. Amostras com ausência do swab de coleta dentro do meio de transporte. 
10. Amostras com presença de resíduos alimentares.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais de mucosa oral e orofaringe PFUN:
Para um resultado mais preciso, o material deve ser preferencialmente coletado antes da primeira higiene bucal do dia e antes da ingestão de alimentos. Resíduos de comida ou pasta de dente interferem diretamente na análise.

O objetivo é coletar o material de secreções de lesões e feridas presentes na mucosa. Apenas passar o swab na boca sem atingir as áreas lesionadas pode levar a um resultado falso negativo, mesmo que a infecção exista.

Se a irritação está localizada abaixo da prótese dentária, o profissional responsável pela coleta deve ser informado, pois nesses casos, a coleta deve ser feita exatamente nesse local.

1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.


Data de revisão: 07/04/2026.

ORELHA (OUVIDO)
Instruções de preparo
Preparo Otológicas PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Coleta Otológicas PFUN:
1. Limpar o pavilhão da orelha e a parte externa do conduto auditivo com gaze e solução fisiológica estéril para remover sujidades e flora externa.
2. Inserir o swab estéril no conduto auditivo até encontrar leve resistência.
3. Realizar movimentos rotatórios suaves para garantir a adesão do material clínico às cerdas do swab.
4. Inserir o swab imediatamente no meio de transporte em gel - Stuart ou Amies (sem carvão). 

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Instruções de rejeição Otológica PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em frasco estéril.
2. Amostras com problemas de identificação do paciente.
3. Amostras sem identificação da região de coleta (tipo de amostra e sítio anatômico)
4. Amostras identificadas apenas como secreção, sem especificações do sítio anatômico. 
5. Amostras fora dos limites de temperatura. 
6. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
7. Mais de uma região de coleta no mesmo swab.
8. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte. 
9. Amostras com ausência do swab de coleta dentro do meio de transporte.
10. Amostras enviadas em swab fora do meio de transporte (swab seco).
11. Swabs fora do prazo de validade.
12. Amostras em swab com meio de transporte que não seja Stuart ou Amies (sem carvão).
13. Swabs sem identificação do meio de transporte ou com a identificação rasurada ou obstruída.
14. Swabs com a data de validade rasurada ou obstruída.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais Otológica PFUN:
O uso recente de antifúngicos (tópicos ou sistêmicos) pode inibir o crescimento fúngico em cultura ou dificultar a visualização na pesquisa direta, mesmo na presença de infecção ativa.

A falha na limpeza prévia do pavilhão auricular com soro fisiológico pode levar ao crescimento ou observação de fungos contaminantes ambientais, dificultando a interpretação clínica.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.



Data de revisão: 07/04/2026.


PELOS E COURO CABELUDO
Instruções de preparo
Preparo Pelos e Couro Cabeludo PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para lesões descamativas deve-se suspender um dia antes da coleta o uso de produtos dermatológicos e cosméticos. Em casos de lesões na virilha e/ou axila, não fazer depilação dois dias antes da coleta.
Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos:  PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Instruções de coleta
Coleta Pelos e Couro Cabeludo PFUN:
Recomendações: 
- Orientar o paciente a não lavar a região no dia da coleta. Suspender o uso de óleos, cremes, sprays, tinturas ou shampoos antissépticos 24h antes.
- Evitar fazer fricção no local da lesão.
- Para lesões em virilha ou axila, não depilar a região nas 48h que antecedem o exame.

Processo de coleta em lesões secas:
1. Avaliar o aspecto da lesão e evitar tocar nas laterais para que não ocorra contaminação com microbiota local.
2. Realizar a raspagem nas bordas da lesão, preferencialmente em zonas de alopecia.
3. Colocar as amostras de lesões secas em frasco estéril.
4. Caso necessário, retirar fios de cabelo presentes nas bordas da lesão com o auxílio de uma pinça.
5. Ao coletar mechas compridas, cortar os fios para que caibam no meio de transporte. 

Processo de coleta em lesões inflamatórias e com secreção:
1. Em pacientes com reação inflamatória, realizar a limpeza com soro fisiológico ou água destilada estéril, esperar secar e coletar a secreção com swab.
2. Colocar o swab em  meio de transporte em gel - Stuart ou Amies (sem carvão).
NOTA: No momento do cadastro, deve ser especificado que se trata de uma amostra de raspado ou de secreção, além do sítio anatômico coletado.   

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por 7 dias em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Rejeição pelos e couro cabeludo - PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em frasco não estéril ou swab diferente de Stuart e Amies. 
2. Amostras envidas em frasco contendo conservante.
3. Amostras sem identificação da região de coleta (tipo de material e sítio anatômico).
4. Amostras identificadas apenas como raspado ou secreção, sem especificações do sítio anatômico. 
5. Amostras fora dos limites de temperatura. 
6. Frascos danificados. 
7. Frascos encaminhados contendo lâminas de bisturi. 
8. Raspado encaminhado em swab ou swab seco encaminhado dentro de frasco estéril.
9. Amostras com problemas de identificação do paciente.
10. Amostras com volume insuficiente para confecção da lâmina.
11. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.                                                      
12. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte.
13. Amostras com ausência do swab de coleta dentro do meio de transporte.
14. Amostras coletadas em lâmina de vidro.
15. Amostras acondicionadas em lâminas de vidro sobrepostas.
16. Amostras enviadas em lâmina com fita.
17. Mechas de cabelo inteiro.
18. Amostras em swab com data de validade vencida, obstruída ou rasurada.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais Pelos e Couro Cabeludo PFUN:
Devido ao risco de acidentes de trabalho, as amostras enviadas em lâminas de vidro sobrepostas serão rejeitadas. Caso a coleta tenha sido feita desta forma, transferir o material para um frasco estéril antes de enviar ao DB.

Em lesões circulares, o fungo está mais ativo na borda externa. Raspados do centro da lesão costumam ser pobres em estruturas fúngicas.

Não envie mechas de cabelo saudáveis. Priorize fios quebradiços, sem brilho ou que apresentem pequenos nódulos/crostas na base (raiz).

Evite raspagens excessivamente profundas que causem sangramento, pois a presença de sangue pode dificultar a visualização das estruturas fúngicas no exame direto.

Raspados de pele e pelos nunca devem ser enviados em swab. O contato do material seco com o gel inviabiliza a pesquisa de fungos.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.



Data de revisão: 07/04/2026.

RASPADO E ÚLCERA DE CÓRNEA
Instruções de preparo
Instruções de preparo de Raspado e Úlcera de Córnea:
Medicação:  De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Instruções de coleta
Coleta Raspado ou úlcera de córnea PFUN:
Recomendações: 
Procedimento deve ser realizado por equipe médica habilitada utilizando técnica asséptica.
1. Utilizar cureta oftalmológica ou lâmina de bisturi estéril para realizar a raspagem das bordas e da base da úlcera (onde a carga fúngica é maior).
2. A lâmina deve ser descartada após coleta.
3. O material coletado deve ser transferido imediatamente para uma lâmina de vidro limpa, seca e desengordurada.
4. Não realizar movimentos excessivos ou "esfregar" o material com força, pois isso destrói as estruturas fúngicas.
5. Depositar o material no centro da lâmina e realizar um movimento de espalhamento circular, único e suave em uma área de aproximadamente 1 a 2 cm, garantindo que o esfregaço fique fino e uniforme para permitir a visualização ao microscópio.
6. Deixar a lâmina secar ao ar em temperatura ambiente. Não fixar pelo calor e não corar a lâmina.
7. Após a secagem, colocar a lâmina em porta-lâminas individual e rígido para evitar quebra ou contaminação.

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por 48 horas em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Rejeição raspado ou úlcera de córnea PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em meios diferentes do recomendado. 
2. Lâminas recebidas já coradas.
3. Lâminas quebradas ou sem proteção adequada.
4. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico)
5. Amostras identificadas apenas como secreção, sem especificações do sítio anatômico. 
6. Amostras fora dos limites de temperatura. 
7. Amostras com problemas de identificação do material e do paciente.
8. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
9. Esfregaços excessivamente espessos (muito material sobreposto) que impossibilitam a leitura.
10. Falta de identificação na lâmina ou no frasco de transporte.
11. Amostras enviadas com fixadores ou conservantes.
12. Amostras enviadas em swab. 

Instruções  adicionais
Instruções adicionais de Raspado e Úlcera de Córnea:
Esse tipo de amostra apresenta uma carga fúngica reduzida. Por isso, a raspagem deve ser feita de forma vigorosa nas bordas e na base da lesão, secreções superficiais têm baixo valor diagnóstico.

O uso de lâminas novas e desengorduradas é essencial para evitar artefatos de técnica que possam ser confundidos com estruturas fúngicas.

Esfregaços muito espessos ou com excesso de sobreposição de material dificultam a penetração dos corantes e a visualização das estruturas fúngicas ao microscópio. O esfregaço ideal deve ser uniforme, seco ao ar e nunca fixado pelo calor, para não distorcer a morfologia fúngica.
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.



Data de revisão: 07/04/2026.

SANGUE OU MEDULA ÓSSEA
Instruções de preparo
Preparo Sangue ou Medula Óssea PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Coleta Sangue ou Medula Óssea PFUN:
1. Realizar antissepsia rigorosa do sítio de punção e da tampa de borracha do frasco de hemocultura com clorexidina alcoólica a 2%). Deixar secar completamente.
2. Coletar de 5 a 10 mL por frasco (adultos) ou conforme recomendação do fabricante para frascos pediátricos.
3. Injetar a amostra diretamente no frasco de hemocultura automatizada.
4. Para coletas de medula óssea o procedimento deve ser realizado por equipe médica. Coletar no mínimo 1 mL de material.
- BD BACTEC Myco/F Lytic (Vermelho) preferencialmente, pois é específico para fungos.
- BD BACTEC Aerobic Plus/F (Azul)
- BD BACTEC Ped Plus/F (Rosa)

Nota: Nunca utilizar frascos para anaeróbios para pesquisa de fungos.

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Rejeição sangue e medula óssea - PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
2. Garrafas com o lacre violado ou quebrado. 
3. Garrafas com o prazo de validade vencido.
4. Garrafas onde a data de validade do frasco enviado não contemplar o tempo necessário para o processamento do exame (caso o prazo de validade expire durante o processo de incubação da garrafa, a amostra não será aceita).
5. Amostras coletadas em frascos refrigerados (possibilidade de gerar resultados falso-negativos).
6. Amostras enviadas em frascos diferentes dos informados. 
7. Amostras sem identificação da região de coleta ( tipo de material /sítio anatômico).
8. Amostras fora dos limites de temperatura. 
9. Amostras vazadas ou frascos danificados. 
10. Amostras com problemas de identificação.
11. Amostras com volume insuficiente.
12. Amostras com a data de validade rasurada ou obstruída.
13. Amostras em frascos para anaeróbios.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais sangue e medula óssea - PFUN:
A sensibilidade da cultura de fungos no sangue está diretamente relacionada ao volume coletado. Respeite sempre as marcas de volume mínimo e máximo do frasco. 
Uma antissepsia falha pode levar ao crescimento de Candida sp da pele ou fungos ambientais, gerando resultados que não refletem a real condição do paciente.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.



Data de revisão: 07/04/2026.

SECREÇÃO NASAL E SEIOS DA FACE
Instruções de preparo
Preparo Secreção Nasal e Seios da Face PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Instruções de coleta
Coleta secreção nasal e seios da face PFUN:
Recomendações:
Coletar amostras antes de qualquer lavagem ou desinfecção. É recomendado não realizar lavagem nasal com soro fisiológico ou antissépticos por no mínimo 4 horas que antecedem a coleta.

Procedimento de Coleta:
Secreção Nasal (Swab):
1. Utilizar obrigatoriamente swab com meio de transporte em gel - Stuart ou Amies (sem carvão).
2. Introduzir o swab cerca de 1 a 2 cm na narina e realizar movimentos rotatórios contra a mucosa por 10-15 segundos.
3. Transferir o swab para o meio de transporte.
 
Seios da Face (punção):
Procedimento realizado exclusivamente por equipe médica.
1. A punção dos seios da face deve ser realizada utilizando técnica apropriada para coleta de aspirado ou material para biópsia.
2. O material obtido (aspirado ou biópsia) deve ser acondicionado em frasco estéril, devidamente identificado e encaminhado imediatamente ao laboratório. 

Instruções de distribuição
Swab: Transportar em temperatura ambiente.
Biópsias e aspirados: Transportar refrigerado (2°C a 8°C). 

Instruções de rejeição
Instruções de rejeição secreção nasal e seios da face PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em frasco não estéril ou swab diferente de Stuart e Amies (sem carvão)
2. Biópsias ou aspirados enviados em frascos com conservantes (formol).
3. Amostras sem identificação da região de coleta (tipo de materia / sítio anatômico)
4. Amostras identificadas apenas como secreção, sem especificações origem anatômica. 
5. Amostras fora dos limites de temperatura. 
6. Frascos danificados. 
7. Amostras com problemas de identificação do paciente.
8. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
9. Amostras com ausência do swab de coleta dentro do meio de transporte.
10. Swab enviado fora do prazo de estabilidade.
11. Volume de material insuficiente para microscopia
12. Swab com data de validade rasurada ou obstruída.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais secreção nasal e seios da face PFUN:
O aspirado de seios da face obtido por punção é um rico material para o diagnóstico clínico. O swab nasal de rotina tem valor limitado, pois pode detectar apenas fungos colonizantes da mucosa externa.

Para fragmentos (biópsia), não utilizar formol, pois inviabiliza o exame. Utilizar algumas gotas de soro fisiológico estéril para umedecer a amostra e evitar o ressecamento.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.


Data de revisão: 07/04/2026.

SECREÇÃO TRAQUEAL
Instruções de preparo
Instruções de preparo Secreção Traqueal:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.
Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Instruções de coleta Secreção Traqueal:
Recomendações:
Procedimento de caráter invasivo, devendo ser realizado exclusivamente por equipe especializada.

Procedimento:
1. A amostra deve ser obtida por meio de sonda de aspiração de pacientes intubados e em uso de aparelhos de respiração mecânica.
2. Utilizar sistema de aspiração a vácuo com frasco coletor estéril.
3. Aspirar o maior volume possível (mínimo de 1 mL).
4. Certificar-se de que o frasco esteja hermeticamente fechado para evitar vazamentos.
5. Realizar a identificação após a coleta com os dados do paciente.
 
Nota: O uso de soro fisiológico em grandes volumes para a aspiração pode diluir excessivamente a amostra, interferindo na sensibilidade da pesquisa direta e na quantificação. Recomenda-se utilizar o volume mínimo necessário apenas para a fluidez do material. 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado 2°C a 8°C.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas refrigerada de 2°C a 8°C.
 

Instruções de rejeição
Instruções de rejeição Secreção Traqueal:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em frasco não estéril.
2. Amostras envidas em frasco contendo conservante.
3. Amostras sem identificação da região de coleta (tipo de material / sítio anatômico).
4. Amostras fora dos limites de temperatura.
5. Amostras vazadas ou frascos danificados. 
6. Amostras com problemas de identificação.
7. Amostras com volume insuficiente.
8. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
9. Amostras encaminhadas em swab.
10. Volume insuficiente para a realização do exame. 

Instruções  adicionais
Instruções adicionais Secreção Traqueal:
A presença de saliva ou material de trato respiratório superior contamina a amostra. Para o sucesso do exame, é fundamental que o material seja proveniente do trato respiratório inferior (aspiração traqueal profunda).

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.



Data de revisão: 07/04/2026.

SECREÇÃO URETRAL
Instruções de preparo
Instruções de preparo Secreção Uretral:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.
Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Instruções de coleta Secreção Uretral:
Preparação Geral:
1. Abster-se de relações sexuais 24 horas antes da coleta.
2. Coletar preferencialmente pela manhã, o paciente não deve urinar por no mínimo 2 horas antes de realizar a coleta.
3. Banhar-se normalmente, sem ducha interna.
 
Instruções de coleta para Homens:
1. Retrair o prepúcio e voltar o pênis à posição original.
2. Remover excesso de secreção do meato uretral com gaze estéril.
3. Introduzir swab com haste flexível cerca de 2 cm no canal uretral.
4. Fazer movimentos rotatórios.
5. Encaminhar o material em meio de transporte em gel -  Stuart ou Amies (sem carvão).
 
Instruções para Mulheres
1. Inserir swab fino com haste flexível cerca de 2 cm no canal uretral.
2. Fazer movimentos rotatórios e remover o swab.
3. Encaminhar o material em meio de transporte Stuart ou Amies.
4. Evitar coleta durante o período menstrual.
5. Aguardar 48 horas após tratamento com óvulos ou cremes vaginais antes de realizar a coleta.
6. Evitar exames ultrassonografia transvaginal nas 24 horas anteriores a coleta. 

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Instruções de rejeição Secreção Uretral:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em meios de transporte diferentes do recomendado.
2. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico).
3. Amostras fora dos limites de temperatura.
4. Swab seco, sem meio de transporte.
5. Amostras sem identificação.
6.  Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
7. Amostra com cadastro inadequado.
8. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte.
9. Amostras com ausência do Swab de coleta dentro do meio de transporte.
10. Amostras coletadas de pacientes em uso de pomadas ou creme vaginais.
11. Swabs com meio de transporte vencido.
12. Swabs com data de validade rasurada ou obstruída.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais Secreção Uretral:
Para amostras uretrais, a coleta deve ser vigorosa o suficiente para obter células de descamação da mucosa uretral, onde o fungo costuma estar aderido. Não coletar apenas o fluido/pus.





Data de revisão: 07/04/2026.

SECREÇÃO VAGINAL, COLO DO ÚTERO E ENDOCÉRVICE
Instruções de preparo
Preparo Secreção Vaginal e/ou Cervical PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Coleta Secreção Vaginal e/ou Cervical PFUN:
Recomendações:
A coleta deve ser realizada preferencialmente antes do início da terapia antimicrobiana. Pacientes em uso de óvulos ou cremes vaginais só devem fazer 48 horas após o término do tratamento.

Preparação Geral
1. Preferencialmente a coleta não deve ser realizada no período menstrual.
2. Paciente não deve manter relações sexuais nas 48 horas anteriores à coleta.
3. Banhar-se normalmente pela manhã, sem uso de ducha interna.

Instruções de coleta sem espéculo:
1. Retirar a secreção externa do introito vaginal com o auxílio de uma gaze estéril e seca.
2. Inserir um swab no introito vaginal e fazer movimentos de rotação para coletar o material.
3. Inserir o swab com o material coletado no meio de transporte em gel ? Stuart ou Amies (sem carvão).

Instruções de coleta com espéculo:
1. Retirar a secreção externa do introito vaginal com o auxílio de uma gaze.
2. Inserir o espéculo e com um swab coletar material do fundo do saco e da parede vaginal ou diretamente o endocérvice, onde houver placas ou secreção evidente.
3. Inserir o swab com o material coletado no meio de transporte em gel - Stuart ou Amies (sem carvão).

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Instruções de rejeição Secreção Vaginal e/ou Cervical PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em meios de transporte diferentes do recomendado.
2. Amostras sem identificação da região de coleta (sítio anatômico).
3. Amostras fora dos limites de temperatura.
4. Swab seco, sem meio de transporte.
5. Amostras sem identificação.
6. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
7. Amostra com cadastro inadequado.
8. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte.
9. Amostras com ausência do swab de coleta dentro do meio de transporte.
10. Amostra vaginais coletadas de pacientes em uso de pomadas ou creme vaginais.
11. Uso de meios de transporte vencidos ou inadequados. 
12. Swab com a data de validade obstruída ou rasurada.
13. Swab sem a informação do tipo de meio de transporte em gel. 

Instruções  adicionais
Instruções adicionais de Secreção Vaginal/Cervical PFUN:
O exame direto é fundamental para observar a presença de leveduras e pseudo-hifas, o que caracteriza a forma invasiva (patogênica) do fungo na mucosa vaginal.
O sangue altera o pH vaginal e pode dificultar a observação das estruturas fúngicas no exame direto, por isso a coleta deve ser evitada no período menstrual.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.


Data de revisão: 07/04/2026.

SECREÇÕES DIVERSAS - EXSUDATOS, ABSCESSOS E ULCERAÇÕES
Instruções de preparo
Preparo Secreções Diversas (Pus de Abscesso ou Exsudato de Ulcerações) PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra). 

Instruções de coleta
Coleta Secreções Diversas (Pus de Abscesso ou Exsudato de Ulcerações) PFUN:
Cavidades fechadas:
1. Realizar antissepsia rigorosa da pele com álcool 70%.
2. Aspirar o material purulento com seringa e agulha.
3. Volume mínimo de 1 mL.
4. Transferir para frasco estéril ou enviar na própria seringa sem a agulha, devidamente vedada com tampa luer lock. 

Nota: Se o abscesso drena espontaneamente, o material purulento deve ser coletado diretamente ou ainda ser aspirado com seringa sem agulha, após limpeza prévia.

Cavidades abertas:
1. Remover o pus superficial (excesso) com gaze estéril.
2. Coletar o material das profundezas da lesão ou das bordas ativas utilizando swab com meio de transporte (Stuart ou Amies).
Lesões Ulceradas:
1. Remover as crostas superficiais com auxílio de gaze ou bisturi estéril.
2. Coletar a secreção com swab e acondicionar em meio de transporte em gel - Stuart ou Amies (sem carvão) para lesões úmidas.
3. Para raspado seco, colocar a amostra em frasco estéril. 

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
Estabilidade Secreções Diversas (Pus de Abscesso ou Exsudato de Ulcerações) PFUN:
Amostra de secreção em frasco estéril ou seringa sem agulha acoplada: A amostra é estável por até 24 horas em temperatura ambiente
Amostra de secreção swab: A amostra é estável por até 48 horas em temperatura ambiente.
Amostra de raspado em frasco estéril: A amostra é estável por até 48 horas em temperatura ambiente. 

Instruções de rejeição
Instruções de rejeição de Secreções Diversas (Pus de Abscesso ou Exsudato de Ulcerações) PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras enviadas com a agulha acoplada à seringa (risco biológico crítico).
2. Swab seco (sem meio de transporte).
3. Material enviado em frascos com conservantes.
4. Volume insuficiente.
5. Amostras com identificação incompleta.
7. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
8. Amostra com cadastro inadequado.
9. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte.
10. Amostras com ausência do swab de coleta dentro do meio de transporte.
11. Uso de meios de transporte vencidos ou inadequados.
12. Amostras sem a identificação da região de coleta (tipo de material / sítio anatômico) ou com identificação inespecífica, como por exemplo apenas secreção, ferida, etc.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais de Secreções Diversas (Pus de Abscesso ou Exsudato de Ulcerações) PFUN:
Em lesões ulceradas ou abscessos, o fungo geralmente está menos presente no pus localizado no centro, a coleta a partir das bordas da lesão ou do tecido de granulação garantem uma maior sensibilidade. Priorize a coleta dessas áreas.
"Secreção diversa" é um termo geral. É obrigatório informar a localização e o tipo de amostra a ser enviado (ex: "Abscesso em região inguinal", "Úlcera em membro inferior direito").

Nunca encaminhe seringas com agulha. O risco de acidente perfurocortante durante o transporte e na recepção do laboratório gera rejeição imediata da amostra.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.


Data de revisão: 07/04/2026.

SECREÇÕES OCULARES E CUNJUNTIVA
Instruções de preparo
Instruções de preparo Secreção Oculares e Conjuntiva:
Medicação:  De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Instruções de coleta
Coleta secreção de conjuntiva PFUN:
Recomendações: 
Secreção e material conjuntival:
1. Proceder com a coleta do material utilizando um swab estéril com meio de transporte (Stuart ou Amies).
2. Evitar coletar secreções da parte externa do olho.
3. Umedecer levemente o swab em solução salina estéril antes da coleta, caso a conjuntiva esteja muito seca.
4. Coletar a secreção do fundo de saco conjuntival inferior, girando o swab suavemente para obter a maior carga de material possível.
5. Inserir o swab no tubo com meio de transporte, garantindo que a ponta esteja totalmente imersa no gel.
6. Identificar o tubo com o nome do paciente e o sítio anatômico exato.
 
NOTA: Para secreções, a maior concentração de microrganismos encontra-se no fundo de saco conjuntival, evite coletar apenas a lágrima ou secreção do canto externo do olho. 

Instruções de distribuição
Transportar em temperatura ambiente.
 

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por 48 horas em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Rejeição Secreção ou raspado da conjuntiva PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras de secreção conjuntival recebidas em meios de transporte diferentes de Stuart ou meio Amies. 
2. Amostras fora dos limites de temperatura.
3. Swab seco, sem meio de transporte.
4. Amostras sem identificação.
7.  Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
8. Amostra com cadastro inadequado.
9. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte.
10. Amostras com ausência do swab de coleta dentro do meio de transporte.
11. Amostras sem identificação da região de coleta (tipo de material e sítio anatômico).
12. Amostras enviadas em lâmina pronta.
13. Amostras em swab vencido.
14. Amostras em swab com a data de validade obstruída ou rasurada.
15. Amostras em swab sem identificação do meio de transporte ou com identificação obstruída ou rasurada. 

Instruções  adicionais
Instruções adicionais de Secreção ou Raspado da Conjuntiva PFUN:
A coleta deve focar no material celular/exsudato da conjuntiva. Evite a coleta apenas de lágrima, pois a celularidade e a carga fúngica nestes casos são baixas, o que pode gerar resultados falso-negativos.

1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.


Data de revisão: 07/04/2026.

UNHAS
Instruções de preparo
Preparo Lesões Ungueais PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta. Para lesões descamativas deve-se suspender o uso de cremes, pomadas e hidratantes pelo menos um dia antes da coleta. Para esmaltes, deve ser retidado da unha pelo menos três dias antes da coleta.

Outros: Para amostras subsequentes utilizar os mnemônicos: PFUN2 (2ª amostra), PFUN3 (3ª amostra), PFUN4 (4ª amostra), PFUN5 (5ª amostra), PFUN6 (6ª amostra), PFUN7 (7ª amostra), PFUN8 (8ª amostra), PFUN9 (9ª amostra), PFUN10 (10ª amostra).

Instruções de coleta
Coleta Lesões Ungueais PFUN:
-  Limpar a área da lesão com gaze embebida em álcool 70% para eliminar a presença de microrganismos contaminates. Esperar secar completamente.
- Esmaltes devem ser removidos no mínimo 3 dias antes do exame (evitar removedores com óleos).
- Não cortar as unhas por pelo menos 5 dias antes da coleta.
- Onicomicose Subungueal Distal/Lateral: Desprezar a queratina quebradiça da borda livre da unha. Coletar o material raspando a região mais interna e proximal (a exata parte entre a unha saudável e a doente), pois é onde o fungo está viável.
- Onicomicose Branca Superficial: Raspar as manchas brancas diretamente da superfície da unha.
- Onicomicose Proximal: Se a superfície estiver íntegra, pode ser necessário usar uma broca fina ou bisturi para atingir a camada profunda da unha.
- Colher sempre o máximo possível de material e colocar as amostras em frasco estéril. 
- Nunca coletar fragmentos ou a unha inteira.
 
Para Paroníquia (Unha inflamada): Se houver pus, realizar a limpeza apenas com soro fisiológico e coletar com swab estéril ou, preferencialmente, por aspiração com agulha fina. Acondicionar o swab em meio de transporte em gel - Stuart ou Amies (sem carvão).

Instruções de distribuição
Instruções distribuição lesões ungueais PFUN:
Transportar em temperatura ambiente.
Nota: A refrigeração não é recomendada para fungos.

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por 7 dias em temperatura ambiente.
 

Instruções de rejeição
Instruções de rejeição lesões ungueais PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras recebidas em frascos não estéreis.
2. Secreções em swab diferente de Stuart e Amies ou sem meio de transporte. 
3. Amostras envidas em frasco contendo conservante.
4. Amostras sem identificação da região de coleta e sem especificação do tipo de material enviado. Ex: descrição como apenas unha ou dedo, sem sinalizar se trata-se de raspado ou secreção. 
5. Amostras fora dos limites de temperatura. 
6. Frascos danificados. 
7. Frascos encaminhados contendo lâminas de bisturi. 
8. Raspado encaminhado em swab.
9. Amostras com problemas de identificação do paciente.
10. Amostras com volume insuficiente para confecção da lâmina.
11. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.                                                       
12. Amostras com o material coletado acondicionado fora do meio de transporte.
13. Amostras encaminhadas em lâmina de vidro.
14. Unhas inteiras ou grandes fragmentos.
15. Unhas com esmalte
16. Raspados contendo mais de uma região de coleta no frasco. 
17. Amostras encaminhadas em lâmina com fita
18. Amostras encaminhadas em lâminas sobrepostas.

Instruções  adicionais
Instruções adicionais lesões ungueais PFUN:
Devido ao risco de acidentes de trabalho, as amostras enviadas em lâminas de vidro sobrepostas serão rejeitadas. Caso a coleta tenha sido feita desta forma, transferir o material para um frasco estéril antes de enviar ao DB

Se o resultado for negativo, mas os sintomas persistirem, uma nova amostra pode ser solicitada. Fungos podem se distribuir de forma irregular na unha e nem sempre são capturados na primeira raspagem.

É necessário coletar uma quantidade generosa de raspagem. Evitar enviar apenas "poeira" de unha, o ideal é que o volume preencha o fundo do frasco de coleta.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.
Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.


Data de revisão: 07/04/2026.

URINA
Instruções de preparo
Preparo Urina PFUN:
Medicação: De acordo com orientação médica. Pacientes que estejam fazendo uso de qualquer medicamento antifúngico devem suspender o uso por pelo menos uma semana antes da coleta.

Outros: Amostras de urina não devem ser encaminhadas em frascos com conservantes ou estabilizadores químicos (ex: clorexidina).

Instruções de coleta
Coleta Urina PFUN:
Recomendações:
Urina Jato Médio ou conforme solicitação médica, podendo ser por sonda ou punção suprapúbica, em coletor descartável estéril.

- Ideal: primeira urina da manhã ou retenção.
- Retenção por 4 horas ou mais diminui resultados falso-negativos.
 
Procedimento:
1. Higienizar região genital adequadamente (água e sabonete ou lenço de higiene).
2. Enxugar com gaze seca.
3. Manter lábios afastados com uma mão ou manter o prepúcio retraído.
4. Iniciar micção, desprezando o primeiro jato.
5. Posicionar o frasco estéril de boca larga no caminho urinário.
6. Coletar o jato médio da urina cerca de 20 a 30ml, sendo 5 mL o mínimo aceitável.
7. Desprezar restante da micção.
8. Fechar bem o frasco. 

Instruções de distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
  

Instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 48 horas em temperatura refrigerada de (2°C a 8°C).
  

Instruções de rejeição
Instruções de rejeição Urina PFUN:
Amostras recebidas em condições diferentes das solicitadas em guia.
1. Amostras em frasco com clorexidina.
2. Amostras congeladas.
3. Amostras de urina 24 horas.
4. Amostras vazadas.
5. Amostras enviadas em saco coletor (sonda).
6. Problemas na identificação da amostra.
7. Amostras não refrigeradas.
8. Amostras duplicadas sem solicitação de novo pedido.
9. Amostras recebidas em meio de transporte diferente do recomendado.
10. Amostras encaminhadas em swab. 

Instruções  adicionais
Instruções adicionais Urina PFUN:
A correta higienização do trato urinário e o desprezo do primeiro jato são fundamentais para evitar a contaminação por leveduras da microbiota comensal da pele e mucosas.
Em pacientes sondados, a amostra deve ser colhida através da aspiração asséptica (após desinfecção) e nunca da bolsa coletora, onde os fungos podem se multiplicar no sedimento estagnado, gerando resultados falso-positivos. 

A urina de 24 horas é inadequada para esse exame devido à proliferação de contaminantes à temperatura ambiente ou no período de guarda.

No momento do cadastro, é obrigatório informar no campo região de coleta:
1 - Tipo de material enviado:
Essa descrição precisa definir o tipo de amostra que será analisada no laboratório, como por exemplo: raspado, secreção, líquido, aspirado, drenagem, etc.

2 - Sítio Anatômico:
O local exato do corpo no qual a amostra foi coletada também deve ser informado, por exemplo: braço direito, perna esquerda, tórax, abdômen, etc.

Evite a rejeição do exame: Ausência de região de coleta, descrições incompletas ou vagas impedem a interpretação dos resultados e causam rejeição imediata da amostra.


Data de revisão: 07/04/2026.

Interpretação
INTERPRETAÇÃO
A pesquisa de fungos é um exame de triagem fundamental para o diagnóstico micológico, pois permite a visualização imediata de estruturas fúngicas antes mesmo do crescimento em cultura. O exame é realizado por meio do Hidróxido de Potássio (KOH) para amostras queratinizadas (como pele, unhas e pelos), visando a clarificação da amostra e a exposição das paredes celulares fúngicas. Para secreções e líquidos biológicos, a coloração de Gram auxilia na diferenciação citológica.
Essas metodologias permitem a visualização de hifas, artroconídios, leveduras e pseudo-hifas, cujas morfologias são determinantes para diferenciar infecções dermatofíticas de quadros causados por leveduras.

A interpretação do resultado baseia-se na presença ou ausência dessas estruturas. Embora o exame direto forneça uma resposta rápida sobre a carga fúngica e o tipo de elemento presente, a identificação definitiva da espécie e a confirmação da viabilidade do fungo dependem da complementação com a cultura micológica.

- Resultados e liberação do laudo: 
Ausência de estruturas fúngicas: Indica que não foram visualizados elementos fúngicos na amostra analisada. Vale ressaltar que um resultado negativo no exame direto não exclui totalmente a infecção, sendo recomendada a análise da cultura.

Presença de estruturas fúngicas (Quantificação): Quando positiva, é reportada a estrutura visualizada na amostra e a quantificação em cruzes (de + a +++), o que reflete a carga fúngica observada na lâmina e auxilia na avaliação da gravidade ou extensão da colonização/infecção.

Malassezia spp.: Nos casos sugestivos de infecção por Malassezia spp., o laudo é liberado descrevendo a presença da estrutura fúngica característica observada (leveduras globosas e hifas curtas e tortuosas). Diferente dos demais fungos, para este gênero não é aplicada a quantificação em cruzes, sendo o resultado focado na confirmação morfológica da estrutura. 
DOENÇAS RELACIONADAS
Micose,  Pitiríase versicolor, Dermatofitose, Tinea corporis, Pé de atleta, Candidíase, Onicomicose
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