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CoberturaANS

CISP - CISTINA - PESQUISA

Sinônimos: CISTINA DOSAGEM NA URINA

CBHPM: 40311244 CID10: E72.0, N20, N19

Especialidade: Pediatria, Nefrologia, Genética

CISP - CISTINA - PESQUISA

ProduçãoMétodoInstruçõesInterpretação

Produção do Exame

Material

URINA ISOLADA OU URINA 24 HORAS

Meio(s) de Coleta

Tubo cônico

Prazo

3 dias úteis

Realização

Segunda a sábado

Volume Mínimo

5 mL

Método

REAÇÃO DO CIANETO-NITROPRUSSIATO

Instruções

Instruções de Coleta

Coleta CISP: Urina 24 horas: Desprezar a primeira micção da manhã, anotar o horário de início, a partir da próxima micção, armazenar em frasco apropriado toda a urina até o mesmo horário em que foi deprezada a primeira urina, no dia seguinte, este será o horário do término da coleta. A amostra deverá ser armazenada tampada e refrigerada durante todo o intervalo da coleta. Enviar uma alíquota conforme condições solicitadas. Amostra isolada: Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última micção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a micção, coletar o jato médio.

Instruções de Distribuição

Transportar congelado.

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por 48 horas refrigerada de 2°C a 8°C ou por até 7 dias congelada.

Instruções de Rejeição

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

Instruções Adicionais

Data de revisão: 15/02/2021.

Interpretação

Interpretação

Existem dois diferentes distúrbios do metabolismo da cistina que apresentam manifestações renais. Ambos são herdados, sendo um o defeito no transporte tubular renal de aminoácidos (cistinúria) e o outro um erro inato no metabolismo (cistinose). Um forte odor de enxofre pode estar presente na urina nos distúrbios do metabolismo da cistina. A cistinúria é marcada por elevada quantidade do aminoácido cistina na urina. A presença do aumento da cistina urinária não se deve a um aumento no metabolismo da cistina, mas sim à incapacidade dos túbulos renais para reabsorver a cistina filtrada pelo glomérulo. A demonstração de que não só a cistina, mas também a lisina, arginina e orinitina não são reabsorvidas exclui a possibilidade de erro no metabolismo, ainda que seja uma condição herdada. A cistinose é considerado como um verdadeiro EIM, que pode ocorrer em três variações, que vão de uma enfermidade mortal desenvolvida na infância até uma forma benigna que aparece na vida adulta. A doença tem duas categorias gerais, denominadas nefropática e não nefropática. Na cistinose nefropática há progressão para insuficiência renal total. Transplante renal e uso de medicações que reduzem a concentração da cistina para evitar o acúmulo de cistina em outros tecidos prolongam a vida. Cistinose não nefropática é relativamente benigna, mas pode causar algumas doenças oculares. O diagnóstico laboratorial inclui a análise do sedimento urinário na primeira urina da manhã, pesquisa dos cristais hexagonais de cistina e cromatografia de aminoácidos.

Doenças Relacionadas

Cistinúria , Calculose renal, Insuficiência renal

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CISP

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HCISTU

URINA AMOSTRA ISOLADA CONGELADA

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