Realizar coleta utilizando material e meio de coleta adequados, homogeneizar e acondicionar corretamente.
Instruções de Distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C). Acondicionar o material nas bags (bolsas) roxas disponibilizadas pelo DB, pois possibilitam o envio direto dos exames, maior segurança e estabilidade das amostras.
Instruções de Estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada de 2°C a 8°C
Instruções de Rejeição
Rejeição F5F2:
Amostras com contaminação microbiana evidente, fortemente hemolisadas, com volume insuficiente, transporte em condições não ideais de temperatura, amostra em tubo inadequado, amostra recebida em alíquota, amostra não identificada. Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
Instruções Adicionais
Data de revisão: 02/09/2026.
Interpretação
Interpretação
A mutação no gene do Fator V de Leiden é encontrada em aproximadamente 5% da população e é responsável por 20 -30% dos eventos de tromboembolismo venoso. A presença da variante G1691A no gene do Fator V de Leiden está associado à resistência do fator V à clivagem pela proteína C ativada, constituindo importante fator no aumento de risco para o desenvolvimento de tromboembolismo venoso. Indivíduos heterozigotos para esta variante possuem de três a dez vezes maior risco de desenvolver trombose venosa, enquanto que nos indivíduos homozigotos este risco é aumentado em até oitenta vezes. A protrombina é a proteína precursora da trombina. A mutação no gene da protrombina é associada com o aumento da concentração da protrombina plasmática e aumenta o risco para tromboembolismo venoso e trombose cerebral. A presença da variante G20210A no gene da protrombina (Fator II) está associado ao aumento das concentrações de protrombina plasmática e, consequentemente, o risco em até três vezes de desenvolver trombose venosa. Caso a mulher seja portadora heterozigota para os dois genes (Fator V e Protrombina) o risco de um acidente vascular cerebral isquêmico (AVC) pode aumentar em 149x se a mesma fizer uso de anticoncepcional oral. Portanto, o exame de DNA de detecção da mutação para esses dois genes torna-se necessário em qualquer mulher que venha fazer o uso de anticoncepcional oral, que queira engravidar ou iniciar uma terapia de reposição hormonal.