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CoberturaANS

IMS - INSTABILIDADE DE MICROSSATÉLITES

TUSS: 40601439 CID10: C18

Especialidade: Oncologia, Genética, Coloproctologia

IMS - INSTABILIDADE DE MICROSSATÉLITES

ProduçãoMétodoFormuláriosInstruçõesInterpretaçãoOutras informações

Produção do Exame

Material

TECIDO TUMORAL

Meio(s) de Coleta

Bloco de parafina

Prazo

30 dias úteis

Realização

Segunda a sexta-feira

Volume Mínimo

5mm³

Método

PCR E ELETROFORESE CAPILAR

Formulário(s) Obrigatório(s)

  • FORMULÁRIO OBRIGATÓRIO

    RQ-1165 - TCLE - Termo de Consentimento Livre e Esclarecido – Testes Genéticos

    Baixar Formulário

Instruções

Instruções de Preparo

Dados: É obrigatório envio da cópia do pedido médico, cópia do laudo anatomopatológico e termo de consentimento (disponível no site do DB) corretamente preenchidos.

Instruções de Coleta

Coleta: Amostra coletada através de procedimento médico. O tecido deve estar impregnado em parafina: o material deve ter sido analisado do ponto de vista histológico, de modo que apenas tecido com as características desejadas (no caso de tumores) seja submetido à análise molecular.

Instruções de Distribuição

Distribuição: Transportar em temperatura ambiente. Acondicionar o blocos de parafina de modo a proteger contra forças mecânicas, a cópia do pedido e do laudo anatomopatológico nas bags (bolsas) amarelas disponibilizadas pelo DB, pois possibilitam o envio direto dos exames, maior segurança e agilidade no processamento das amostras.

Instruções de Estabilidade

A amostra é estável por tempo intedeterminado em temperatura ambiente.

Instruções de Rejeição

Rejeições: Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia; Informações divergentes entre pedido médico e identificação do material enviado; Informações divergentes entre laudo do anatomopatológico e material enviado; Falta de documentos obrigatórios e/ou documentos sem informações clínicas e carimbo/dados do médico solicitante.

Instruções Adicionais

Interpretação

Interpretação

A causa da instabilidade de microssatélites pode ser um defeito na capacidade de reparar erros. Atualmente, no caso da carcinogênese colorretal são estabelecidas duas vias: a supressora e a mutadora. A maior parte dos tumores esporádicos, assim como a síndrome associada à polipose múltipla familiar pertencem à via supressora. A via mutadora, a seu turno, caracteriza-se por uma instabilidade genômica distintiva: a instabilidade de microssatélites (MSI), entendendo-se por microssatélites pequenas sequências de DNA não codificantes repetidas. A acumulação de mutações nestes microssatélites é o que se conhece como o fenótipo mutador. Pertencem a esta via mutadora 15 a 20 % dos tumores esporádicos, assim como a síndrome hereditária não associada à polipose familiar. Estes tumores, diferentemente daqueles da via supressora, são em sua maioria diploides ou pseudo-diploides. Identificação de portadores da síndrome de Lynch (HNPCC) que predispõe ao desenvolvimento de adenocarcinoma de cólon, ovário, endométrio, estômago e câncer urotelial de pelve renal. Este exame analisa os marcadores BAT25, BAT26, BAT40, D5S346, D2S123 e D17S250.

Doenças Relacionadas

Câncer Colorretal

Outras informações

Links úteis

CÂNCER COLORRETAL COM INSTABILIDADE DE MICROSSATÉLITES: UMA DOENÇA DIFERENTE

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Data de revisão: 19/02/2024.